sábado, 7 de janeiro de 2017

Algo que não se renova



NOVOS NAVEGANTES!
NOVOS?










 

Retornamos à roda do tempo. Não há diferenças além da ação humana. Negociada, pensada. Os fatos políticos são as posses de prefeitos e vereadores, em muitos lugares, rostos diversos, corações iguais. Absolutamente iguais. Poucos estão focados no coletivo. A maioria representando apenas seus interesses imediatos e quando muito, de seus entes próximos.

É um modelo esgotado, mas que ainda não temos melhor. Ou nossa sociedade não permite alterações, apenas as mínimas.

Queria ter a tranquilidade desse salário que todos passam a contar dentro de trinta dias. Mas não será possível, os postos são limitados, a vaga custa fortunas. Essas eleições deram uma sobrevida a Parauapebas, agora vamos ver. A horda de desempregados, de sem nada já fez o pagamento, votaram.

Esperamos muito pouco dessa turma que chega. Realmente não esperamos algo substancial, mesmo porque todos apresentaram as mesmas propostas, a e a metade já passaram quatro anos de estúpida bestialidade.

Manterão a mesma estrutura e sequer vão querer ouvir ou pensar em algo novo, que rompa os limites de sua compreensão do que é ser vereador e do que é viver numa cidade que legislam sobre ela e sequer conhecem suas métricas e dados sobre potencial e possibilidades.

Apresentamos todos os anos novas potencialidades, há doze anos, apresentamos e nada. Vemos uma câmara de vereadores cada vez mais fechada em si, mais limitada e fazer um jogo que não lhes compete, administrar o executivo.

O instituto da câmara, nossa secretaria de assuntos econômicos, já morto, porque foram incapazes de nos chamar para ergue-lo. 

Seus contadores e advogados fizeram a casa ruir e quase destruíram o ambiente, mas continuarão lá.

Sei que podemos fazer muito melhor, mas a despeito de todos os erros e mancadas manterão os mesmos, é de praxe e sabemos disso  há décadas.

São mimosas sensíveis e não tem a brutalidade argêntea das coisas que transformam o mundo: vento, erupções, tempestades, mares e desertos, cheias e vazantes. São apenas seixos inertes.

Mais uma vez apresentaremos a todos ideias, modos novos e mais uma vez não seremos chamados, mas vamos entregar.

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