domingo, 6 de agosto de 2017

Sem lideranças, prevalece o mesmo



POR UMA PAUTA DE RENOVAÇÃO E DE TRABALHO










Assistimos uma cidade clamando por ação e renovação. E não adianta, não há vozes ou intenção de responder ao chamado. Talvez por não termos as lideranças que se faziam necessárias neste momento e que não foram escolhidas. Talvez por que essas lideranças que ai estão, estejam satisfeitas por não estarem na pele dos desempregados, dos ofendidos e negligenciados.

É estranho como o silencio e a dor do desemprego vem sumindo das pautas e reivindicações. Os sindicatos silenciosos e complacentes, líderes sindicais com salários de vereadores. E vereadores sem ação que resguarde suas preferencias eleitorais.

E temos bons vereadores, homens e mulheres que realmente acreditam na sua missão de resolver problemas. Talvez faltem-lhes a necessárias ousadia de saírem dos seus guetos, de sua zona de conforto e do seu curral eleitoral, onde puderam pastorear votos à vontade.

Afinal a massa desesperadas e com os estômagos e dos seus vazios, é uma massa melhor manobrável. E mais barata, bem mais barata. Só que essas premissas para 2018 deveriam assustá-los. Não estamos vendo articulações para sairmos da miséria eleitoral e a falta de representatividade que sempre tivemos em relação a Belém e Brasília.

Líderes políticos realmente são aqueles que sabem ousar, que vão além dos seu gueto e além de sua crença e fé. São aqueles que, tal como realmente político faz o papel do acolhedor, afinal voto não tem distinções ainda – tem fome. Exclusivamente fome.

Essa legislatura está perdendo a oportunidade de trabalhar com inteligência uma pauta de renovação para Parauapebas. É sabido por todos que não temos base jurídica para nada. Falta elementos básicos para transformar a cidade na pátria do pleno emprego.

Mas não acreditam e não ousam. Não fazem o para casa de rever o que já fizeram nesses anos de estagnação e inoperância da cidade. Estão pasmos e preferem eternamente os mesmos.

Nos EXCLUSIVA CONSULTORIA, procuramos um líder político que queira transformar com sua ação e sua legitimidade uma realidade que hoje amargura e desespera e que não deveria estar acontecendo. Queremos ajudar a construir esse líder, porque uma comunidade não pode e não deve continuar engolindo lideranças forjadas e de gabinete e que, por falta de legitimidade, não conseguem avançar sobre nossos problemas recorrentes. Vemos pessoas que estão na posição de fazerem algo transformador correndo atrás do próprio rabo, repetindo sem espanto o mesmo e o obvio.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Teremos representação em 2018?



PONTO DE CONVERGENCIA












 


APROXIMA 2018 e suas eleições definitivas para o sul/sudeste do Pará. Conforme Claudio Almeida não temos mais representação na corte de Belém, estamos jogados às moscas e falta voz as demandas cada dia mais urgentes da região, tais como educação, saúde, infraestrutura, limitação da mineração, limites ambientais e crescimento econômico.

Com um estado de dimensões continentais e com fraca habitação, o Para precisa ser retalhado para ser governado. É dentro dessa linha que devemos estipular os caminhos para as eleições vindouras. E é o momento. Com o pais esfacelado pela Lava Jato, os eleitores totalmente descrentes dos políticos de plantão, a classe política tem todo um discurso de renovação e novas alianças para ser feito. Precisamos aproveitar a oportunidade.

PACTO PELO SUL DO PARÁ
A necessidade e exigência de eleição do Helder Barbalho oportuniza um aprofundamento do discurso de separação do estado do Carajás. Oportuniza o pacto ela garantia de eleição do número de candidatos que podemos eleger e nos ajudar mais na frente ou na questão do estado do Carajás ou na peleja por mais verba e atenção para o sul do estado. Não podemos ficar como estamos, até agora elegendo deputados do Pará inteiro, menos daqui. Nunca tivemos tão pouca representação como nos últimos oito anos.

A classe política precisa deixar as urgências pessoais de lado e sentarem para estabelecer regras mínimas perante o pleito próximo. Os partidos e potenciais candidatos precisam determinar limites de um acordo mínimo e estipular garantias. Precisamos iniciar uma conversa séria e produtiva, talvez com a liderança de Helder, Jatene ou outro político de confiança dos seus pares, localmente. Um pacto mínimo que nos leve a ter a representação que podemos ter em Belém nos próximos quatro anos. Um tempo que poderíamos reescrever a história da nossa região.

Um projeto político, econômico e social mínimos, a partir dos quais, os partidos e candidatos tivessem um discurso próximo e assim, potencializarem condições para estabelecermos um poderio político regional e pleitearmos melhor representatividade em Belém e Brasília, porque estamos claramente sub representados nas duas capitais.

Teriam nossa classe política tamanha grandeza e abnegação, em prol do estado, sua riqueza, importância crescente nos cenários nacional e internacional e sua população, cada dia em piores condições no que condiz com os elementos de gestão citados no início desse?

É o momento de iniciarem as conversas, se não já passou do momento. Temos esperança e precisamos que se costure um pacto pelo sul\sudeste do Pará. Veremos em breve!

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Ressuscita-me, lutando contra as misérias do cotidiano...



SILENCIO
Vladimir Mayakovsky, é quem me vem à cabeça quando percebo os limites dessa planície: ilumina-me!








BRASÍLIA está em chamas. O centro político do pais está em vias de legitimar mais um golpe, esse é da imposição das armas sobre a vontade política. 

O irresponsável expoente do PMDB, Temer golpista, tem o delírio de colocar as Forças Armadas nas ruas de Brasília de hoje até dia 31. Céus, o insano abate sobre esse país. Será que ninguém viveu 1964?

Me pergunto assim, diante dessa atitude impensada, o que pensam nossas “lideranças” políticas? Por que será que nenhum, mas nenhum mesmo dos nossos políticos, especialmente nosso vereadores sequer apresentam suas ideias sobre esses acontecimentos?  Qual será a razão do silencio de todos?


O decreto assinado por Temer nesta quarta-feira (24) autoriza explicitamente "o emprego das Forças Armadas para a Garantia da Lei e da Ordem no Distrito Federal" no período de 24 a 31 de maio de 2017. A área de atuação do Exército será definida pelo Ministério da Defesa, a quem é subordinado.


Mais estranho é nenhuma autoridade se posicionar, reunir, propor debate e mobilizar. Não há interesse em fazer seus liderados entenderem com o que temos de nos virar. É lamentável a perda da oportunidade de se destacarem. Uma câmara amorfa assim, ninguém destaca, não se espera de nenhum deles uma integração da nossa parca realidade à realidade nacional. Numa cidade em que mais da metade do território é regido por leis federais, tudo bem.

É o mesmo que acontece com a madeira da supressão vegetal. É de quem a madeira que a VALE faz tanta exigência para entregar para Parauapebas?

Nós temos a solução legal e simples para o prefeito ou os vereadores lidarem com nossa necessidade dessa madeira que não é da VALE.

Mas optando pelo silencio em situações que precisamos manifestar, ficamos assim, reféns do silencio. Ou da covardia...