segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

NOVOS VILÕES OU HERÓIS?



Porque os brasileiros não precisam de vereadores nesta política de compadres

Ou porque Lulu Bergantin não atravessou o Rubicon.


Há varias legislaturas investimos na possibilidade dos vereadores eleitos serem mais que vereadores ou estarem mais que preocupados em obter ganhos com o cargo cedido temporariamente pela população. Desde 2005 apresentamos um conjunto de idéias e produtos e nos oferecemos como consultoria,  nossos serviços em diversas áreas  e conhecimentos que possam legitimar o mandado de apenas quatro anos que passam como se fossem quatro dias.
Diversos desses produtos apresentados foram utilizados sem nosso consentimento ou acompanhamento e pagamento, tais como o Minuto Camara, a Camara de Vereadores Mirim até onde se tornaram públicos. Em todas as situações manifestamos publicamente nossa insatisfação, sejam através de comunicação direta, seja através da internet (camarapebas.blogspot.com).
Esta renovação atual, cerca de 80% do quadro, é um modelo estatístico que se torna realidade, a intervalos de tempo regulares. Os vereadores vão para casa e na sua grande maioria nunca pensaram um projeto político profissional e logo caem no esquecimento. Isto porque desejam ser apenas vereadores e aproveitarem das benesses do cargo.
Nunca e até então, na historia de Parauapebas um prefeito saiu da câmara. Os ex-vereadores, por não terem um projeto político não avançam em seus propósitos e acabam à deriva, como Vanterlor, Walmir, Rinio, Zé Dias e tantos outros. Faisal é a única exceção, chegando a deputado estadual mas sua historia e da Bel são outro assunto, tiveram apoio de consultorias contratadas para suas carreiras.
Enquanto utilizam mal seu tempo político, gastando seu capital e negando as bases, vêem lideranças surgindo e vindo por fora, ocuparem o palácio dos ventos. Não há evolução natural na carreira política em Parauapebas. A única opção é se agarrarem ao cargo de vereador: Odilon, Euzébio, Massud, Francisangela, Percilia, Juca (o mais longevo vereador e não conseguiu ser reeleito agora) ou caírem no esquecimento, (Valmir e tantos outros). Todos queriam apenas isto para suas vidas? Porque não se articularam com seus partidos e financiadores para o depois da Camara Municipal?
Se observarem  verão o comportamento padrão dos vereadores: não investem em relacionamentos, não se apresentam tecnicamente, acreditam que seus mandatos são perenes,  acreditam ter superpoderes, traem suas bases, fogem das massas e correm feito loucos dos grandes problemas da cidade e de sua população. Por terem origem popular, não se preparam para os grande debates e enfrentamentos necessários que o encontro das grandes soluções exigem. E assim, ano após ano, vemos os dirigentes da cidade se enriquecendo em detrimento do empobrecimento e sucateamento de Parauapebas.

Apenas legisladores covardes permitiriam a explosão imobiliária da cidade sem as necessárias e sociais urgentes contrapartidas: permitir que estes loteamentos avançassem sobre o meio ambiente destruindo áreas de proteção ambiental, vendendo terrenos sem rede de esgoto, sem água tratada, sem redimensionamento da rede elétrica municipal é de uma sandice repelente. No plano diretor municipal, nunca se preveu tal explosão urbana. Loteamentos mal estruturadas, com arruamentos   extremamente mal elaborados, estrutura precária e que logo trarão problemas insolúveis para a competente gestão municipal é de uma violência animal. Qualquer um que anda pelos novos bairros percebe a agressão irracional à natureza: cursos de água interrompidos, açaizais morrendo, morros sendo cortados e levados, áreas de proteção sendo invadidas, alagadiços sendo aterrados e construções sendo feitas a toque de caixa, as margens dos rios sendo ocupadas e a contaminação do rio Parauapebas seguindo sem quaisquer inspeções ou responsabilização.  O lençol freático e as águas do subsolo podem se contaminar com a excessiva ocupação dos terrenos sem rede de captação e tratamento de esgoto. A inatividade da Câmara Municipal pode estar destruindo o futuro da cidade. Enquanto acham construir seu presente precário.

Os vereadores que saíram, não fizeram um bom trabalho, não fizeram nada. Os que ficaram tem la suas estratégias precárias, e tanto apresentam sua inexperiência e seu desconhecimento: vão ficando por ficar, não tem um plano, um objetivo alem do cargo de vereador. Diante da reprovação popular a 80% dos seus pares, sabem do que falamos: ficaram quatro anos ao sabor dos ventos. Tiveram oportunidade de reprovar os roubos do Darci, se perfilarem ao lado dos professores e dos funcionários da saúde, de contestarem o orçamento, de monitorar os repasses federais, discutir a destinação das verbas extra-orçamentárias, de vigiar os fundos municipais do meio ambiente, da saúde, de se preocuparem com a falta de água – sim, a CPI da água, acabando em pizza. Todos sabiam que fomos em parte responsáveis pela implantação do sistema de água e não fomos chamados a tal CPI. Ainda, quando a Câmara armou a pantominia com o prefeito na CPI do contrato, OFERECEMOS documentos e auditoria, poderia ter outro desfecho. Esqueceram da sociedade e de suas bases, não fizeram o dever de casa e foram mandados embora.
O que esperamos de vocês, que agora chegam a esta assembléia. Devanir, Odilon, Euzébio,  João do Feijão estão de volta. Tem novas propostas ou estão aqui apenas para compor? E os novatos, chegaram para agregar algo novo? Ouvir nossa consultoria, pagando pelos serviços? Respeitar o conhecimento que Parauapebas esta gerando, não apenas nós, mas outras excelentes pessoas e empresas que amam e conhecem esta cidade, indo além das indicações e dos conchavos políticos e permissões? Vocês vão continuar permitindo as invasões de terrenos populares, de margens e encostas por bandidos a soldo de políticos certinhos? Vão continuar permitindo as mortes de populares nas filas do hospital municipal e dos postos de saúde ou ainda, permitir o sofrimento quando temos entes queridos esperando as ambulâncias do SUS, jogando com suas vidas? Vão permitir que crianças tenham turno intermediário, ficando a mercê da violência pelas ruas, em pleno horário do almoço e meio da tarde, indo e vindo aos bandos? Vão continuar permitindo que o executivo municipal dite as regras sem questionamentos e oposição? VAO CUMPRIR O PAPEL PARA QUE FORAM ELEITOS? Se tem planos de ser prefeito, desistam. Não temos historia para vereador vir a ser prefeito, são funções incompatíveis em Parauapebas. Você terá que fazer sua historia. Odilon sabe bem do que estamos falando. Ate mesmo o Euzébio, que lutou para ser deputado estadual e nem cogitou a vaga de prefeito.

Ouça nossas propostas e sejam fieis as suas bases. Todos nos precisamos de uma Parauapebas melhor. 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

É CORRUPÇÃO SIM


Polícia apreende R$ 1,2 milhão e prende 3 no aeroporto de Carajás, PA
Juiz diz que recebeu denúncia de que dinheiro seria para boca de urna. Questionado se os presos estão ligados a partido, delegado não respondeu.  Do G1, em Belém e em São Paulo 

A ATITUDE  de pagar por favores políticos com dinheiro do povo é pratica recorrente do PT. Vide os acontecimentos  que estão desenrolando agora no Supremo Tribunal Federal. Todos os réus foram condenados e todos os que vão ser julgados, serão condenados também. O prefeito local comprou quem ele bem quis. O que não entendemos é porque, nenhuma das grandes operações da Policia Federal ocorreu em Parauapebas. Perguntamos cotidianamente, cadê o Ministério Público Federal, o Estadual, o Tribunal de Contas e as guarnições da Policia Federal? As verbas extra-orçamentárias, oriundas de excesso de arrecadação precisam ser auditadas. Os controles contábeis precisam ser revisados e as garantias para conservação dos dados financeiros e da execução orçamentária precisam ser preventivamente resguardados. 
Pena que apenas  um milhão esteja fora de circulação dia 07 próximo. O grosso mesmo já esta na cidade e grande parte já foi repassado aos laranjas e aos comprados. O juiz eleitoral, se quiser solidificar seu nome, deve estar atento e mandar investigar a boca de urna. Há milhões para serem investidos nesta data. Todos os agentes estão sabendo disso, especula-se ate o valor de cada voto. Não podemos esquecer que, enquanto a maquina estiver a favor deste ou daquele  candidato e os recursos públicos persistirem sem controle, o poder vai mandar sempre. Esperamos todos  uma libertação deste grupo domingo próximo. É uma pena que o novo grupo que certamente vai assumir o poder local, ainda seja fraco e incompetente. Mas esperamos uma retomada de consciência da classe empresarial, dos docentes e da sociedade como um todo na busca por renovação, moral, ética e cidadania.


A NOTÍCIA
Três pessoas foram presas nesta terça-feira (2) com cerca de R$ 1,2 milhão em espécie no aeroporto de Carajás, no Pará, em operação conjunta das Polícias Civil, Militar e da Justiça Eleitoral, informou a Polícia Civil de Parauapebas, na região da Serra dos Carajás.
Segundo a Polícia Civil, o dinheiro foi apreendido por volta do meio-dia em três mochilas carregadas pelos suspeitos, que haviam desembarcado de uma aeronave particular. Segundo a Infraero, os suspeitos foram detidos no terminal de passageiros do aeroporto.
"Há indícios de que seria de campanha", afirmou o delegado Antônio Miranda, titular da delegacia de Parauapebas, responsável pelas investigações. Miranda disse que não divulgará o nome dos presos. Questionado se os presos estão ligados a algum partido, o delegado não respondeu.
O juiz eleitoral Líbio Araújo Moura, que acompanhou as prisões, afirmou ao G1 que os presos seriam o piloto da aeronave e um casal, cujos nomes não foram informados.
De acordo com o juiz, a investigação teve início após denúncias de que o dinheiro seria entregue no aeroporto. "Tínhamos informações de que pessoas iam descer no aeroporto de Parauapebas com dinheiro que seria para boca de urna", afirmou. Segundo ele, há indícios de lavagem de dinheiro.
De acordo com o delegado, os suspeitos afirmaram que entregariam o dinheiro para outras duas pessoas no aeroporto. Segundo Miranda, essas duas pessoas também já foram identificadas, mas não foram presas. 
Os três presos na operação estão sendo encaminhados à Polícia Federal de Marabá, onde deve continuar a investigação. O delegado não informou os nomes dos detidos.
O dinheiro foi depositado em uma conta do Banco do Brasil pertencente à Justiça Eleitoral.
O G1 entrou em contato com todos os seis candidatos à Prefeitura de Parauapebas. Até as 19h30, quatro deles se manifestaram. Veja a seguir o que dizem os candidatos:
Coutinho (PT) - Nilson Dias, presidente do partido e da coligação, afirmou que o dinheiro não está ligado à campanha do candidato e que os presos chegaram a trabalhar na campanha do PT nas últimas eleições, mas não estão mais ligados ao partido, e sim, ao adversário, o candidato do PSD, Valmir da Integral. "Recebemos a informação de que esse é um valor vindo de Belém, do governo do Estado. O governador está bancando a campanha dele aqui", afirmou.

Valmir da Integral (PSD) - A comunicação da coligação informou que entende que a afirmação do PT é "mais um desrespeito à população de Parauapebas". "É um absurdo que queiram transferir para a uma campanha limpa uma responsabilidade deles."



Adelson (PDT) - A campanha informou que prefere não se manifestar sobre o assunto e negou que o dinheiro pertença ao candidato.





Zezinho (PSOL) - Marven Lima, dirigente da Executiva do PSOL e coordenador da campanha, afirmou que foi à delegacia com o candidato para acompanhar o caso e que não tem relação com o dinheiro. "Essa era uma prática histórica em Parauapebas, onde o poder econômico sempre dominou. Agora, sabemos que é questão de tempo para que descubram mais irregularidades de outras coligações e candidatos."
Os candidatos Chico das Cortinas (PRP) e Rui Vassourinha (PRB) não foram encontrados para comentar o assunto. O governo do Estado do Pará informou que não irá se manifestar sobre as declarações do candidato do PT.

NILSON DIAS é parte FUNDAMENTAL, em qualquer investigação federal sobre o sumidouro de recursos da prefeitura municipal de Parauapebas.  Desgastado com as perdas colossais que sua empresa amargou após anos e anos prestando serviços exclusivos ao PT, cobrando absurdos e cujos contratos e repasses precisam ser auditados e seus agentes punidos, nunca deveria ter feito esta confissão extemporânea. Ao acusar Valmir da Integral e o governador do estado, estava desviando  a atenção do seu circo. Operações deste porte e ousadia  são marca registrada do PT e seus asseclas. Nilson é costumaz e nunca deveria ocupar este cargo no partido. Se Dilma soubesse o que é este PT de Parauapebas, certamente tomaria medidas para desvincular sua imagem  da propaganda eleitoral.

QUEM leu ate aqui, prepare-se  para o agregar aos fundamentos da política, os fundamentos da malandragem, do risco calculado e da demonstração inequívoca da lavagem de dinheiro. Ora, não se recomenda a ninguém, muito menos uma empresa de grande porte, fazer o pagamento com dinheiro em espécie. A retirada de tal quantia, é percebida pelo Banco Central online e a reserva precisou ser feita com antecedência ao gerente do banco, que transportou as notas até a agencia, liberando-a em carro forte, também monitorado pela Policia Federal. Então não era uma movimentação feita  às escondidas. Porque a Policia e a Justiça Eleitoral se movimentaram? Justamente contra o PT? 

Claro esta que se tratava de movimentação indevida de recursos e lavagem de dinheiro. Os portadores devem obrigações ao PT e ao atual prefeito. A ETEC é patrona de obras e serviços não licitados, em igual a WHITE TRATORES. Todos estão comprometidos. E no mínimo incorrendo a um crime ordinário. Pagar funcionários em espécie? Transportar recursos de avião sem notificar as autoridades? A nota fiscal, de prestação de serviços de locação de equipamentos era de quem? Da ETEC ou da WHITE TRATORES? Quem usaria o dinheiro afinal de contas? De qualquer maneira a explicação dada é o ponto de partida para a auditoria e o curso da investigação. O fato esta exposto, os agentes identificados. Precisamos apenas aplicar a técnica da pericia ou da auditoria contábeis e desvendar a origem e o destino reais do dinheiro. Antes vinha em pacotes e veículos dos sindicados. O PT perdeu seus sindicatos, agora tem que apelar para empresas. Triste evolução.

Uma denúncia anônima levou o juiz eleitoral da 075ª Zona Eleitoral, Líbio de Araújo Moura a efetuar uma blitz hoje pela manhã no aeroporto Parauapebas, em Carajás.
Após vistoriar a aeronave PR-DEP, supostamente de propriedade da empresa Dandoline e Peper Ltda, com sede em Belém, foi apreendido uma grande volume em dinheiro vivo.
Segundo as primeiras informações do magistrado, a Polícia Federal foi acionada por supostamente tratar-se de crime federal de lavagem de dinheiro.
A aeronave está apreendida em Carajás.
No momento da aterrisagem, uma guarnição da PM comandada pelo Tenente Coronel Mauro Sergio estava no local dando suporte e acompanhando o juiz eleitoral na ação efetuou a prisão de um casal de passageiros, além do comandante da aeronave. Eles se encontram em Parauapebas aguardando a chegada de uma guarnição da Polícia Federal que já se deslocou de Marabá para Parauapebas para efetuar os procedimentos cabíveis.
Ainda não se sabe ao certo o valor em dinheiro apreendido e nem para que fim ele seria usado. Os detidos teriam revelado no ato da apreensão que o destino do numerário era pagamento de funcionários da empresa. Especula-se, no entanto, que o mesmo seria usado para pagamento de formiguinhas de uma campanha eleitoral do município.
A conferência do dinheiro apreendido está sendo feita nesse momento em Parauapebas.
Atualização:
O juiz Líbio Moura está seguindo para Marabá, na aeronave apreendida, para apresentar os presos na Polícia Federal. Segundo o juiz não houve denúncia anônima e sim um trabalho de investigação conjunto das polícias civil e militar em parceria com a justiça eleitoral. Ainda segundo o juiz, o valor apreendido foi de R$800,000,00 (oitocentos mil reais).
Atualização
O valor acaba de ser conferido: E$1.130.020,00 ( hum milhão, cento e trinta mil e vinte reais).
Atualização
Foi aberta uma conta judicial no Banco do Brasil de Carajás para que o depósito do valor fique à disposição da justiça até que alguém ou alguma empresa reclame e comprove ter a propriedade sobre o mesmo. A numeração das cédulas será repassada ao Banco Central para que o mesmo rastreie o dinheiro. 
Atualização
O Blogger foi informado que o dinheiro apreendido hoje em Carajás é da empresa ETEC, que presta serviços em Parauapebas. Ele é procedente de Belém e foi sacado ontem na capital paraense. O destino do numerário seria o pagamento da NF 1600, emitida em 20 de setembro de 2012, no valor de R$1.134.750,25 (hum milhão trezentos e trinta e quatro mil, setecentos e cinquenta reais e vinte e cinco centavos) pela empresa White Tratores e Serviços Ltda, com sede em Canaã dos Carajás, por serviços de locação de equipamentos. Segundo informou o representante da White Tratores, foi solicitado que a ETEC sacasse em espécie o valor, já que a mesma estaria com alguma dificuldade junto a rede bancária e teria que efetuar pagamentos aos seus funcionários no próximo dia 05. O saque foi feito e o dono da White Tratores mandou aeronave de sua propriedade até Belém para trazer o dinheiro através de parentes de um amigo em comum que intermediou essa operação.
Segundo declararam ETEC e White Tratores não há vínculo eleitoral algum nesses recursos e o fato está sendo usado por alguns meios de comunicação, sem nenhum tipo de pudor ou ética,  para denegrir a imagem do candidato do PT  em Parauapebas.
As empresas já habilitaram advogado no caso para solicitar a restituição do dinheiro apreendido, apresentando, para tanto, provas documentais que comprovam a legitimidade da operação, salientando que não houve crime de lavagem de dinheiro, já que a NF e os impostos sobre ela foram pagos e devidamente declarado na escrita contábil de ambas as empresas.
Sobre o suposto crime eleitoral, já que especulava-se que o dinheiro seria usado para pagamento de “boca de urnas”, o representante da White Tratores nega qualquer participação na campanha do PT, até porque estaria com a relação desgastada com os representantes locais do partido. “Eu hoje sou eleitor em Canaã dos Carajás e não teria por que voltar a participar na campanha em Parauapebas, afirmou João Vicente, que em 2004 foi um dos principais doadores da campanha que levou Darci Lermen (PT) a assumir a prefeitura de Parauapebas e a ser reeleito em 2008.

Obviamente, que estas informações não convence ninguém minimamente politizado. Explicações tão claras e rápidas, apenas tentam esconder a verdade gritante.  Dinheiro para boca de urna, para saldar compromissos, pagar as compras de candidatos. Esperamos que o povo, o mesmo que acreditou no PT e agora o vê traindo sua confiança, trazendo Bel Mesquita como sua parceira, a mesma Bel que arrasou Parauapebas, possa dar sua resposta domingo próximo. Não a sacanagem gratuita, a política de rasteira, aos arranjos de melancolia. Chega. Agora é tempo de renovação. Não que acreditemos nas possibilidades de Valmir da Integral, mas porque precisamos renovar. É uma oportunidade finalmente da classe empresarial assumir a cidade e administrá-la com viés empresarial. Vamos ver o que acontece, mas estaremos cobrando transparência e trato com a coisa publica.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

PARAUAPEBAS E SEUS LOBOS


“ e já não há luz na face da montanha...”

Como já citamos aqui, a presente campanha para a prefeitura de Parauapebas, tem a estrela do juiz eleitoral e a estrela vermelha de vergonha do PT. Acompanhada da mais cínica parceria, PT e PMDB reproduzem aqui o circo da vergonha e omissão presente em Brasília. Rivais inconciliáveis, unem-se em prova inequívoca de cinismo, oportunismo e malandragem. Diletos adversários agora parceiros, junto a bolada de milhões de reais e esquartejamento político do governo municipal. E não é uma lição de estratégia ou de poder: é um agônico alerta para o sistema democrático em geral. Quando a sem vergonhice sobrepuja os interesses sociais, aqui determinados pelo imobilismo descompromissado de 16 anos de poder, Bel por oito anos e Darci Lermen por mais oito anos.

Num exemplo, o serviço de água da cidade ainda com as bombas originais colocadas por Chico das Cortinas há quase  20 anos atrás. Quem se lembra de alguma obra significativa ou ação administrativa de Bel Mesquita? Sua obra maior foi comprar Meire Vaz e Nei, tirando-os da disputa eleitoral de  1998. Depois, a cidade se transformou num circo repleto de festas, shows e mais festas. Nada foi acrescentada a planta urbana. Depois de eleger Darci como esperança de transformação, logo percebemos que jamais ela se daria. E nem por falta de recursos, tecnologia ou dinheiro. Mas pela mais acabada incompetência administrativa. Professor sulista egresso do MST, quando teve em mãos a possibilidade de reconstruir o social, vimos a maquina transformar o homem, não tão inteiro. De modo vil e traiçoeiro passou a incentivar invasões de terras, bloquear ferrovia da Vale e ordenar ocupação ilegal de terrenos. Os grandes grupos econômicos se fartaram, construindo uma nova Parauapebas à custa dos cofres públicos. Um sistema de esgoto e água, agora custaria o triplo, sem nenhuma recompensa a cidade.

Imaginemos como será novamente, mais 8 anos com Coutinho e Bel, se seus planos de poder, em conjunto com o Grupo dos 20, se firmarem neste fatídico pleito de outubro próximo. Não há eleitores, para sua arrogância há apenas a massa vermelha, totalmente manipulável. Um exercício de poder autoritário, detestável do ponto de vista moral, porque não popular e excludente. Estamos assistindo ao exercício do poder pelo poder, do poder do dinheiro sem controle sobre corações e mentes. Todos os candidatos foram convidados a se retirarem, exceto Adelson. Prestem atenção no jogo de poder: Valmir da Integral claudicante, Adelson e Coutinho. Cadê os outros competidores?


BUSCANDO  RESPOSTAS
O que faz um partido desesperado adiantar 10 milhões de reais e comprometer quatro secretarias a uma política decadente e sem apelo social como  Bel Mesquita? Parida também num momento de desespero do então todo-poderoso Faisal, a dona de casa Bel   viu a oportunidade de sua vida, quando mesmo bionicamente, se colocou na chapa contra Meire Vaz. Eleita em nome do Faisal, então inelegível, viu sua carreira política vingar em cima de maracutaias e acertos nos bastidores. Governou Parauapebas por oito anos. Não conseguiu  na moral, fazer seu sucessor, perdendo para o PT, do então idolatrado Darci Lermen. Já afirmei aqui que na verdade não era o idolatrado Darci Lermen que se apresentava, mas  o vilão da vez: financiado por recursos do Sr. Welner, o mar vermelho irrompeu a frágil candidatura do Grupo dos 20, parafraseando o estadista de plantão, Sr. Jair. Coincidentemente agora ao lado de Valmir da Integral. Na linha de frente da campanha de Valmir da Integral. Entendem o que quero dizer? Bem, naquele momento, segundo consultoria abastada, na verdade estavam trocando de lugar, com o fito de arrumar a casa, haja visto que tinham três lideranças, todas problemáticas: Meire Vaz, Bel Mesquita, Faisal e, correndo por fora, agora com sede de poder, Dr. Welner. Passaram então as chaves da casa para o incompetente e despreparado Darci e para o atabalhoado PT local. Cumpriu-se a profecia e foram mais oito anos de poder paralelo do Grupo dos 20, na figura de proa de Darci Lermen.  Agora estão novamente  assediando o poder local, personificados na pessoa da vice-prefeita do fraco e incompetente Coutinho. Se pelo menos fosse a figura do consistente deputado estadual Milton, Parauapebas teria mais chance de sobrevivência. Mas nada. Bel e sua equipe, cumprindo promessas feitas há oito anos, podem retornar ao poder em Parauapebas e estão trabalhando loucamente nisso. Este juiz eleitoral é muito ativo, para ser isento. Apesar das aparências, acredito que esta fazendo o jogo do PT. A oposição, se podemos chamar assim este bando de calhordas, fantasiados de políticos que também não saberão o que fazer na prefeitura, que se armem: a falta de horário eleitoral na TV, os impedimentos absurdos tolhendo os políticos de fazerem propaganda eleitoral, tudo isto é um jogo de cartas marcadas em reuniões sigilosas e necessárias ao status quo.

PESQUISAS ELEITORAIS E SUA INFLUENCIA NO VOTO POPULAR
Interessante notar as entrelinhas das pesquisas dos  renomados institutos IBOPE  e VOX POPULI. Estes institutos, até aqui  tão sérios – viva o DATAFOLHA,  sob o poder da grana, se corrompem. As pesquisas eleitorais do IBOPE nada valem. Estão sob contrato com o PT, trabalhando sob contrato para o PT local. Seus dados estão viciados. O VOX POPULI, contratado  pelo empresariado,  o parvo do Zé Rinaldo  a frente, após tantas atrapalhadas, também tem seus resultados comprometidos. Consideramos sua amostra, pelas peculariedades da ocupação de Parauapebas, por demais restrita.
 Mas com os resultados publicados, pudemos assim analisar os grandes números dos dois: nas entrelinhas, ambos apontam para a consolidação de Valmir da Integral como possível vencedor do pleito próximo.  A rejeição, os nulos,  brancos e outros, quando no conjunto das duas pesquisas, consolidam Valmir. Na verdade o IBOPE trabalhou para Valmir, para quem sabe analisar dados estatísticos. Esta é a verdade. São os últimos dias de campanha. Tudo pode acontecer. O mercado de compras esta em aberto e a sociedade não deve e não pode aceitar renuncias de ultima hora, sumiços e doenças incuráveis. Há um jogo especial sendo disputado e nada mais nos surpreende


EM BUSCA DO TEMPO PERDIDO
Temos dezesseis anos perdidos nesta cidade. Precisamos correr atrás do tempo perdido com estes dois grupos de poder – fuder. Pior que Coutinho e Bel não têm, apesar de não enxergar ninguém com as competências e humildade necessárias para arrumar a casa. Se não fizer as coisas direito – como devem ser feitas, porque entendo e percebo a armadilha que Valmir da integral entrou, ficara ingovernável, com uma câmara de vereadores  hostil ao novo. Não haverá alternativa a não ser lutar, se quiser frear a corrupção, o mal feito, o engodo, a prevaricação e a natural formação de quadrilha, porque ninguém rouba tanto sozinho.


COMO VIGIAR A RUPTURA PARA INICIAR A RECONSTRUÇÃO
Quem entrar terá um protocolo publico de isenção: chamaremos assim o período de depuração e descontaminação que serão necessários realizar. Procedimentos éticos e técnicos deverão destacar neste Protocolo de Sucessão, como imagino  nestes passos em destaque:

a – compartilhar senhas e acessos visando  impedir  a eliminação dos dados de toda a estrutura administrativa. Na ultima troca de poder, todos os HDs sumiram, o grupo do Darci encontrou uma administração com os dados que quiseram repassar. A equipe de transição deve e tem que ser competente e técnica. Basta de 3 meses de política, ver e ouvir pessoas totalmente despreparadas, num ensaio ridículo para meter a mao em milhões, senão bilhões de dólares.

b – os dados da contabilidade, as reservas extra-orçamentárias, as contas de investimento, as aquisições autorizadas ou não devem ser parametrizadas, auditadas e escrituradas, dando continuidade a publicidade e transparência
c – empresa de auditoria internacional deve ser contratada para avaliar a gestão anterior e evitar contaminações  na nova gestão.

d – a equipe do novo prefeito não poderá sair de férias. Deverá testar as novas leis e as alterações necessárias para a real administração de uma cidade que cresce a 20% anuais.

e – encontrar as discrepâncias orçamentárias, baseando nos dados publicados no portal da transparência, onde se vê que todas as  dotações orçamentárias são superavitárias quando de sua realização. Verificar  onde foi parar esta montanha de recursos e propor plano extra-orçamentário.

e – propor planejamento escalonado para 180, 360 e 720 dias, que deverá ser detalhado junto a população e interessados. Estimular a formação de comitês e grupos populares para acompanhar os trabalhos do novo grupo de poder. Com metas claras e precisas sobre utilização da verba publica a disposição. É interessante dispor que, há texto e base legal para esta atividade de co-gestão popular: o Estatuto das Cidades.

f – um grupo de estudos, com o objetivo de reaver o desviado terá objetivos, prazos e metas para  investigar,  em conjunto com ministério publico federal, policia federal e demais órgãos de interesse.  Precisamos saber de onde saíram tanto dinheiro para esta campanha, principalmente os 10 milhões  para uma vaga de vice.

g – a nova administração precisa moralmente nos primeiros 180 dias RESOLVER  a questão da água,  do horário integral nas escolas municipais, da questão da hemodiálise local,  dos loteamentos clandestinos e invasões e da questão da energia solar.

Em Parauapebas, as cartas estão sobre a mesa do eleitor. Será assediado pela invasão de lotes urbanos, pela calunia, pelo pagamento de ate 300,00 por voto como estratégia política. E atenção eleitor, se falarem que podem conferir seu voto pelo recibo da maquina é mentira, não se deixe enganar. 




Você vai proporcionar a seu candidato quatro anos, com salário médio de 4 mil reais, mas verba de gabinete, mais carro, combustível e infinitas vantagens pessoais. R$300,00 é muito pouco. Não venda seu voto ou troque por bobagens. Vote e vigia. Este político ou candidato a, bonzinho batendo a sua porta, é um lobo transvertido de cordeiro. Não acredite nas aparências, estão todos te fazendo de otário e rindo as suas costas. Apartir de outubro não te conhecera mais e apenas daqui a quatro anos você o vera de novo.
Ele mais rico e você mais pobre.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

A ÁRVORE DA VIDA


SOBRE A PRECIFICAÇÃO DOS ATIVOS NATURAIS



Uma árvore  milenar, que sempre produziu sombra,    frutos e protegeu o solo a sua volta, gerando incontáveis novas arvores,  estava na rota de uma nova estrada a ser construída para entregar o minério explorado ao porto, distante 800 km. Feitos todos os cálculos, o custo da estrada será de    setenta  milhões. Contemplam estes gastos, a abertura da estrada, o deslocamento de materiais, salários, manutenção de máquinas e indenizações.  A derrubada da árvore milenar compõe este custo com valor irrisório, quase imperceptível. Nem sequer é um custo a considerar.
Mas nada foi dito sobre o valor da árvore. Em seus milenares anos de existência, sequestrou cem milhões de toneladas de carbono, limpando o ar dos arredores, e como a terra é uma esfera fechada, ajudou a limpar o ar do mundo inteiro. De suas folhas os nativos e moradores locais extraem um liquido milagroso, que cura o câncer, bronquites e HPV. Salvou milhares de vida, por fornecer sem custo estes remédios que os laboratórios gastam milhões apenas  em pesquisas para se ter certeza de sua eficácia. Populações inteiras andavam quilômetros para chegar até a árvore da vida. Os moradores próximos ganhavam sim algum dinheiro para hospedar estes doentes, fornecer alimentos, dormida, banhos. Toda uma cadeia de serviços incluindo todos os suprimentos para amenizar o sofrimento humano foi introduzida ao redor da árvore.

Agora, para construir a estrada que levará o minério até o porto e de lá para alem do mar, vai-se arrancar a árvore da vida, que esta, justamente no leito planejado da extensa ferrovia. Os planos estão adiantados. A mina de ferro produzirá milhões de toneladas anuais e todos os compromissos com os governos das potencias compradoras precisam ser cumpridos, haja visto que estes governos ajustaram seus projetos para receber o minério. O menor custo será perseguido para compensar as longas distancias que os navios terão de percorrer alem mar.
Tudo transcorre como  planejado, discutido e acertado até que os sábios engenheiros ambientais da empresa responsável pelo minério,  chegarem  até a vila da árvore. Ali deparam com uma economia não mineral forte, consistente e ambientalmente correta. Não podem cortar a arvore da vida, mesmo porque, sua magia faz florescerem centenas de outras árvores igualmente milagrosas. Os negócios gerados,  para a manutenção da arvore é grande e precisa ser calculado. 

Quanto vale a árvore da vida?
Sua seiva milagrosa é em função de sua idade? O carbono seqüestrado, este se tem meios técnicos para calcular, mas a árvore em si, valera pelo que vai deixar de produzir?  Então quanto vale cada vida salva pela arvore ao longo de centenas de anos?  Quanto vale cada folha ou cada litro ou grama de sua seiva?
Após cálculos exaustivos, derivativos incríveis,  mágicas fantásticas da engenharia econômica, chega-se ao valor da arvore: 900 milhões de dólares, é quanto vale cada arvore da vida. Isto a um valor de 900 dólares por cada vida salva, apenas pelos que foram curados pela arvore da vida, um milhão de pessoas ao longo de 50 anos. Não entrou na conta as riquezas geradas em torno da arvore, apenas na ótica das vidas salvas.

Mas os engenheiros da estrada de minérios não sabiam como lidar com a nova situação:  a estrada precisa ser concluída, há acordos internacionais para a entrega do minério e prazos devem ser cumpridos. A árvore da vida, na verdade daqueles engenheiros,  é um estorvo. Salvar vidas, mas que coisa mais antiga.  O que salva vidas é o minério de ferro, seus resultados para a china e outros países. Com os recursos governo e empresas compram alimentos, adubos, eletrônicos, constroem navios, casas, prédios, hospitais, escolas. Experimentam um respeito entre seus pares, outros países que precisam também vender produtos da produção básica e de transformação. Não conseguem visualizar vantagens na manutenção da árvore da vida e se dispõe a destruí-la.

Mas  a reação daquela comunidade é intensa. Não podem e não vão permitir a destruição da natureza, tão prodiga com eles. Afinal,  tudo que possuem tem sua origem na árvore da vida. Seus lares, sua saúde, sua relação familiar, a tranquilidade da comunidade, a estabilidade dos relacionamentos, a admiração de outras comunidades. Vários países do mundo, que seus cidadãos também usufruíram dos milagres da árvore da vida saem em sua defesa. Reúnem-se num bloco e promovem encontros internacionais para alterarem as leis e manter viva a árvore da vida.

Aos poucos, começam a chegar noticias de árvores semelhantes,  com suas comunidades felizes e saudáveis, em perfeita harmonia com o meio ambiente no Nepal, na Mongólia, na Louisiana, no Peru, na China, no Laos, no Ira, em Israel e por toda a África. Justificam sua ausência na Europa pela destruição sistemática que estes povos causaram em seu solo e a violência com que arrancaram esta espécie dos outros países dominados, ainda nas etapas iniciais do seu desenvolvimento.
Diante do impasse e após 20 anos da descoberta internacional, nada foi feito para definitivamente manter a árvore da vida, protegê-la. Os grupos continuam nas mesmas posições: uns a favor, outros contra. A empresa dona da estrada alega que o desvio custaria milhões e o custo do minério se tornaria proibitivo, seria necessário encontrar outro mineral para substituí-lo. Não vem sentido gastar tanto para preservar aquele ambiente  isolado .

Nestes últimos 20 anos foram salvas exatas 400 mil vidas. A economia verde, em torno da árvore cresceu de 3% a 8% todos os anos, devido ao aumento da demanda por remédios, resultante do agravamento das condições ambientais em toda a esfera. A busca por alternativas de tratamento multiplicaram-se nestes últimos vinte anos e a arvore da vida, todas elas, espalhadas pelo planeta cumprem a cada dia seu papel primordial de aliviar a dor e a angustia dos homens. De salvá-los, de si mesmos.

Paulo Souza – ExclusivaConsultoria – Inverno 2012.

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sábado, 14 de abril de 2012

POLITICOS, A CAMPANHA 2012 SERÁ UM RITO DE PASSAGEM PARA AS MELHORES CABEÇAS!

A EXCLUSIVA CONSULTORIA, seu especializado ESCRITÓRIO PARAENSE DE ESTUDOS POLITICOS e a agencia TARGET, estão prontos para a campanha 2012, em todos os perfis de cargos e candidatos. Agende sua visita.
Nosso modelo de gestão de campanha, gestão de imagem e dados, seguem parâmetros das melhores escolas e consultorias de marketing político.
Somos locais, com grande e especial conhecimento das reais demandas sociais, econômicas e de desenvolvimento regional. Não somos ligados a grupos e nem temos candidato.
Temos nossas opiniões lastreadas em dados e fatos. Nossos cálculos de possibilidades são baseados em modelos matemáticos e estatísticos. Sabemos quais candidatos tem potencial e quais serão figurantes nesta campanha.

A nova era da política profissional
Candidatos e grupos batem cabeça, uns a disfarçar seus acordos, outros na perplexidade de não terem trabalhado um plano ao longo dos anos, deixando tudo ao sabor dos noventa dias de campanha.
Diversos grupos orçaram serviços e incapazes de visão de longo alcance, hoje batem cabeça. Grupos contrataram consultorias do sul. Não terão privacidade ou novas idéias/desafios e não serão eleitos.


Perfis de possíveis candidatos:

Rui  Vassourinha.  A grande novidade política de Parauapebas. Tem futuro. Os grupos financiadores, ao ignorar este rapaz revelam a visão tosca e antiga da política local. Podemos com este garoto (33 anos, fundador do Manbol, suplente de deputado estadual) usufruir de uma mudança nos paradigmas da relação com VALE, da própria sociedade e da câmara dos vereadores. Foi sondado por Valmir da Integral para ser seu vice.
Coutinho ou Milton. Fortíssimos candidatos. Com a máquina nas mãos e no ritmo das obras e recursos, se a campanha for somente nos noventa dias, ganham. Tem a mobilização e a uniao do partido a seu favor. E a pasmaceira social, alem dos fortes e poderosos acordos políticos e financeiros. Seja qual for o candidato, o vice será do PMDB. Com a total impossibilidade legal de Bel Mesquita participar deste pleito, o nome será Joao Fontana. Não há alternativas.

Odilon. Ridícula idéia. Mesmo patrocinando o carnaval, emprestando dinheiro para a liga ou se oferecendo ao partido, jamais o  PMDB, dos fortíssimos Joao Fontana, Bel Mesquita, aceitariam este azarão. Não tem mística ou capacitação por ser caolho, não enxergar na direção da modernidade.
Massud. Este não tem valores e não se percebe. Canastrão por excelência não saberia nem o que fazer se prefeito. É candidato a eterno vereador como Juca. Daqui uns 20 anos talvez adquira maturidade para alianças e supere desavenças bestas com todos. Qual é o discurso deste vereador? O eterno debate do sim senhor, certo.
Chico das Cortinas, se trabalhar mais cinco anos, se candidatar a vereador para retomar  o sabor do povo, talvez tenha chance em 2020. Pessoalmente gosto e respeito muito este homem, até hoje o único que fez algo por esta cidade.
Valmir da integral. Na frente nas “pesquisas” que nunca sabemos quais os responsáveis, quais modelos ou métodos de análise, mas credenciado pela votação expressiva a deputado estadual. Não resiste a esta campanha e não acredito que a leve até o fim. Um governo Valmir da Integral será um caos para Parauapebas. Caracterizado por sua hesitação costumeira e ao instinto de se proteger  protelando decisões, estaria muito melhor numa aposentadoria digna, após tantos anos lutando para manter a famigerada Integral de pé. Secretários fortes fatiariam a prefeitura e a corrupção, os compromissos e a dividas serão duramente exponenciadas, levando o que resta da cidade ao caos.
Raimundo cabeludo e Claudio Almeida. Realmente não teremos  novidade nesta campanha. Todos aliados do PT num ou noutro momento da trajetória recente deste partido no poder, a perplexidade de reconhecer que NÃO HÁ OPOSIÇÃO EM PARAUAPEBAS não é tardia ou extemporânea. São  a multiplicidade de interesses, acordos, montanhas de dinheiro publico de ninguém e a rotatividade e não permanência de eleitores. Não se pode esperar nada mesmo destes dois. Uma campanha já é, em si, uma intervenção maluca nos assuntos e anseios desta cidade.


Sentimos falta de Faisal, de Adelson, de Joelma (mulheres), de lideranças do movimento social  e de jovens talentos preparados para mudar o paradigma de cidade de corruptos, ladrões, oportunista e aproveitadores. jovens ousados que alterem a superestrutura ideológica da comarca, devolvendo-a a empreendedores e empresas, retirando destes políticos irresponsáveis tamanha responsabilidade.
Mas como não combinamos com o povo, que são os donos dos votos, nada esta decidido e teoricamente todos tem possibilidade de assinar um orçamento anual de quase 600 milhões  de reais, ou cerca de 300 milhões de dólares. É pouco?



À IMAGEM DO CHEFE
Dilma começa a trocar o uniforme de gestora eficiente pela fantasia
de candidata simpática: o objetivo é se apropriar do estilo de Lula para

herdar parte de sua popularidade


Depois de ser derrotado em três eleições, Lula reapareceu com a imagem remodelada na eleição de 2002. Passou a usar ternos bem cortados, cuidou da aparência e, principalmente, deixou de lado o discurso radical que assustava parte do eleitorado. A ministra Dilma Rousseff, candidata do governo à Presidência, está no mesmo laboratório operando sua transformação. Nos sete anos de ministério, Dilma ficou conhecida pela austeridade, inclusive no trato com auxiliares e colegas, pela falta de tato político, o que já lhe rendeu brigas e desafetos dentro do próprio partido, o PT, e pela dificuldade em se comunicar. Parecem problemas intransponíveis para quem deseja enfrentar com a mínima possibilidade de êxito uma campanha eleitoral que promete ser uma das mais acirradas dos últimos anos. A metamorfose já mostra os primeiros sinais. Na semana passada, durante a inauguração dos estúdios de uma emissora de TV, Dilma brincou de atriz com o presidente Lula, que manejava uma câmera. Depois, em um jantar com parlamentares do PP, fez questão de ir à cozinha cumprimentar os funcionários da casa. Em outro evento, em São Paulo, abraçou e beijou catadores de lixo que participavam de uma feira de reciclagem. Por fim, a ministra, que nunca teve muita afinidade com questões ambientais, tem revelado inédita preocupação ecológica, a ponto de ser nomeada para chefiar a delegação brasileira que vai participar de uma conferência da ONU sobre o clima.

"Dilma está mais simpática, mais sorridente e consciente do que se deve fazer em uma campanha", afirma um membro de seu staff. Exemplo disso é que, há duas semanas, a ministra esteve em um almoço com (continua...)


O cenário político atual é emblemático para a compreensão do sucesso e do potencial que nossa empresa tem para o crescimento local, Carajás, Parauapebas, sul do Pará e VALE. Desde a primeira campanha da Meire Vaz que trabalhamos garimpando talentos para a política local. Já citamos em postagens anteriores as míticas figuras do Ney, do Evaldo da Opção, do Valmir da Integral, do Rui Vassourinha, todos elaborados e alimentados em nossos laboratórios. Nossos planos de marketing, de sustentação de imagem e gerenciamento de produto, rivalizam com qualquer consultoria de marketing estratégico. E estamos aqui, por anos e anos trabalhando e intervindo no crescimento social, econômico e sociológico da região. Somos a consultoria que realmente participou do desenvolvimento da cidade, das novas situações e arranjos de crescimento e desenvolvimento. Estamos no mercado há vinte anos, participando, construindo, reelaborando.



Somos da EXCLUSIVA CONSULTORIA. SOMOS ON DEMAND!































segunda-feira, 26 de março de 2012

POLITICOS, AS CONSULTORIAS LOCAIS PODEM FAZER MUITO POR VOCES. ACORDEM!

A EXCLUSIVA CONSULTORIA e seu ESCRITÓRIO PARAENSE DE ESTUDOS POLITICOS



Nosso modelo de gestão de campanha, gestão de imagem ou destruição, seguem parâmetros das melhores escolas do marketing político. E não precisamos estar no sul para sermos antenados. Com perfil definido na criação de imagens publicas e vencedoras aqui em Parauapebas e com planejamento de grandes políticos locais, nos habilitamos ao inédito trabalho baseado em decisivo conhecimento das especificidades locais. Leiam o que podemos e queremos fazer por vocês.

A reconstrução da ministra

O governo e os marqueteiros moldam o novo perfil de Dilma Rousseff
a ser apresentado aos eleitores: mineira, simpática, afável, de discurso
simples e antenada com temas ambientais


Montagem sobre foto Sergio Dutti/AE e Ed Ferreira/AE

À IMAGEM DO CHEFE
Dilma começa a trocar o uniforme de gestora eficiente pela fantasia
de candidata simpática: o objetivo é se apropriar do estilo de Lula para
herdar parte de sua popularidade

Depois de ser derrotado em três eleições, Lula reapareceu com a imagem remodelada na eleição de 2002. Passou a usar ternos bem cortados, cuidou da aparência e, principalmente, deixou de lado o discurso radical que assustava parte do eleitorado. A ministra Dilma Rousseff, candidata do governo à Presidência, está no mesmo laboratório operando sua transformação. Nos sete anos de ministério, Dilma ficou conhecida pela austeridade, inclusive no trato com auxiliares e colegas, pela falta de tato político, o que já lhe rendeu brigas e desafetos dentro do próprio partido, o PT, e pela dificuldade em se comunicar. Parecem problemas intransponíveis para quem deseja enfrentar com a mínima possibilidade de êxito uma campanha eleitoral que promete ser uma das mais acirradas dos últimos anos. A metamorfose já mostra os primeiros sinais. Na semana passada, durante a inauguração dos estúdios de uma emissora de TV, Dilma brincou de atriz com o presidente Lula, que manejava uma câmera. Depois, em um jantar com parlamentares do PP, fez questão de ir à cozinha cumprimentar os funcionários da casa. Em outro evento, em São Paulo, abraçou e beijou catadores de lixo que participavam de uma feira de reciclagem. Por fim, a ministra, que nunca teve muita afinidade com questões ambientais, tem revelado inédita preocupação ecológica, a ponto de ser nomeada para chefiar a delegação brasileira que vai participar de uma conferência da ONU sobre o clima.

"Dilma está mais simpática, mais sorridente e consciente do que se deve fazer em uma campanha", afirma um membro de seu staff. Exemplo disso é que, há duas semanas, a ministra esteve em um almoço com (continua...)

O cenário político atual é emblemático para a compreensão do sucesso e do potencial que nossa empresa tem para o crescimento local, Carajás, Parauapebas, sul do Pará e VALE. Desde a primeira campanha da Meire Vaz que trabalhamos garimpando talentos para a política local. Já citamos em postagens anteriores as míticas figuras do Ney, do Evaldo da Opção, do Valmir da Integral, do Rui Vassourinha, todos elaborados e alimentados em nossos laboratórios. Nossos planos de marketing, de sustentação de imagem e gerenciamento de produto, rivalizam com qualquer consultoria de marketing estratégico. E estamos aqui, por anos e anos trabalhando e intervindo no crescimento social, econômico e sociológico da região. Somos a consultoria que realmente participou do desenvolvimento da cidade, das novas situações e arranjos de crescimento e desenvolvimento. Estamos no mercado há vinte anos, participando, construindo, reelaborando. Somos da EXCLUSIVA CONSULTORIA. SOMOS ON DEMAND!

quinta-feira, 15 de março de 2012

Não tem lugar melhor para ganhar dinheiro

José Rinaldo largou o emprego de gerente do Banco de Goiás para se transformar num dos maiores empresários de Parauapebas

Gustavo Poloni, enviado especial a Parauapebas | 12/05/2010 05:15


O empresário José Rinaldo Alves de Carvalho sempre foi uma pessoa precoce. Natural de Ceres, cidade de 19 mil habitantes em Goiás, começou a trabalhar aos 12 anos como office boy do Agrobanco. Dez anos e uma mudança de emprego depois, já era gerente do Banco do Estado do Goiás (BEG). Quando todo mundo acreditava que faria uma carreira bem-sucedida na instituição financeira, Zé Rinaldo largou tudo para ser sócio de um supermercado em Parauapebas, no sudeste do Pará. Deu certo. Aos 37 anos, seu patrimônio inclui hoje três supermercados, quatro hotéis, uma operadora de turismo, um restaurante e duas fazendas. “Não tem lugar melhor para ganhar dinheiro”, diz o empresário.

Zé Rinaldo tem 12 empresas, mas prefere não revelar o faturamento delas: medo da violência

A mudança de Zé Rinaldo para o Pará aconteceu meio por acaso. Em 1995, seu pai viajou para a cidade ao lado de um amigo e foi apresentado para o dono de um supermercado na região. Como já trabalhava com varejo na sua cidade natal, logo percebeu tratar-se de um bom negócio. Quando voltou para Goiás, perguntou ao filho se ele queria ser seu sócio. Zé Rinaldo não pensou duas vezes: pediu demissão do BEG e, com R$ 19 mil em mãos, mudou-se para Parauapebas em janeiro de 1996. Durante quatro anos, trabalhou 16 horas por dia para fazer o supermercado dar certo. “Logo as outras oportunidades de negócio foram surgindo”, diz o empresário.
O mais novo empreendimento de Zé Rinaldo é o hotel Átrium, considerado o mais luxuoso da cidade. Com mais de 300 quartos e diárias a partir de R$ 200, durante a semana sua lotação está sempre esgotada. Isso porque grande parte das suítes estão ocupadas por funcionários da Vale que acabaram de ser transferidos para Parauapebas ou estão de passagem pela cidade para trabalhar na mina maior mina de ferro a céu aberto do mundo. “A empresa tem planos de investir bilhões de reais na região”, afirma Zé Rinaldo. “Isso vai ajudar a gerar muitas oportunidades”. Nos próximos meses, vai investir R$ 4 milhões no lançamento da sua 13ª empresa: uma engarrafadora de água mineral.

Apesar de ser um dos empresários mais bem sucedidos da região, Zé Rinaldo tenta levar uma vida discreta. Perguntado sobre o faturamento das suas empresas, muda logo de assunto. “Tenho medo da violência”, afirma ele. Quando não está cuidando dos negócios, divide seu tempo entre a Associação Comercial, Industrial e Serviços de Parauapebas (Acip), da qual é presidente, e suas duas fazendas. Ao falar da maior delas, chamada Fazenda Sul Carajás, abre um sorriso e puxa um pedaço de papel enrolado do fundo da sala. Sobre a mesa, mostra o tamanho da propriedade: 1,5 mil hectares, 1,5 mil cabeças de gado e muita mata virgem. “É só lá que consigo relaxar”, afirma.

À sombra da Vale, cidade cresce mais do que a China


No centro de uma grande província mineral, Parauapebas tem crescimento de 20% ao ano e já é a 4º cidade que mais exporta no País


Nestes textos que seguem, como consultoria vamos abrir um debate sobre os benefícios que mineradora VALE traz para Parauapebas. Ou para aqueles que se dão bem com a empresa, e assim passam a usufruir de seus benefícios diretos. Para todos os efeitos, somos beneficiários indiretos de sua presença na região. O UNIQUE SHOPPING já esta construído e lucrando. Todos os personagens desta reportagem estão muito bem, obrigado. Não temos alternativa de desenvolvimento a não ser entregar as reservas de ferro, a floresta, todos os bichos e animais sequer conhecidos. O texto é de maio de 2010 mas continua atualíssimo. O material deste foi retirado do site IG, aba economia.

ATENÇÃO: Gustavo Poloni, enviado especial a Parauapebas | 12/05/2010 05:16

Quem chega de carro a Parauapebas (PA) se depara com um outdoor no qual está escrito: “Suas compras serão aqui”. Instalado na rodovia PA-275, ele indica o local em que será aberto o Unique Shopping, o primeiro do sudeste do Pará. Com inauguração prevista para o segundo semestre, ele terá 14,5 mil metros quadrados, 126 lojas, quatro salas de cinema, um hipermercado, 700 vagas de estacionamento e investimento de R$ 46 milhões.


O Unique Shopping é mais um entre os vários empreendimentos lançados nos últimos meses em Parauapebas. Localizada no centro de uma das maiores províncias minerais do mundo, a cidade cresce em ritmo acelerado desde que foi fundada, em 1988. De lá para cá, a população aumentou 15 vezes, a economia se expande em média 20% ao ano – o dobro da taxa registrada na China – e, no ano passado, ficou em quarto lugar na lista dos municípios brasileiros que mais exportaram.

O motivo por trás do crescimento da cidade paraense tem nome: Vale. Com mais de 10 mil funcionários, a mineradora produz 300 mil toneladas de minério de ferro por dia nas quatro minas. No ano passado, quando o mundo se recuperava da crise econômica, a produção chegou a 84,5 milhões de toneladas. Como grande parte dela vai parar em fornos de siderúrgicas fora do Brasil, Parauapebas ficou em quarto lugar na lista dos municípios que mais exportam – atrás de São Paulo, Angra dos Reis (RJ) e São José dos Campos (SP).

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em 2009 foram enviados R$ 3,8 bilhões para o exterior. “Parauapebas vive em função da Vale”, diz José Rinaldo Alves de Carvalho, empresário e presidente da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Parauapebas (Acip). De acordo com ele, 100 novas empresas se instalam na cidade todos os anos. As 650 registradas na associação respondem por um terço do Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 3 bilhões, segundo números de 2007 do IBGE. 
Antes mesmo de ser fundada, Parauapebas já tinha uma relação de dependência com a Vale. A província mineral de Carajás foi descoberta por acidente em 31 de julho de 1967 pelo geólogo Breno Augusto dos Santos. Ele sobrevoava a região quando o helicóptero teve de fazer um pouso de emergência numa clareira. Ao se dar conta de que a falta de árvores não era resultado da ação do homem, mas da canga (tipo de rocha na qual cresce uma vegetação típica de solos ricos em minério de ferro), concluiu que ali havia uma jazida a ser explorada. Acertou em cheio. A implantação da primeira mina da Vale em Carajás atraiu funcionários da empresa e prestadores de serviço, que criaram um distrito a 160 quilômetros de Marabá. A mina começou a operar em 1985 e, um ano depois, teve início um movimento separatista. Em maio de 1988, quando tinha 10 mil habitantes, Parauapebas virou cidade. 
A mina da Vale na Serra dos Carajás, em Parauapebas: exportação de R$ 3,8 bilhões em 2009
Os primeiros empreendedores a chegar aos sudeste paraense encontraram um lugar com muita oportunidade de negócios. Nascido em Campinas, no interior de São Paulo, o engenheiro Ourivaldo Mateus foi para Parauapebas em 1981 como funcionário da Vale. Quando a empresa abriu um programa de demissão voluntário 13 anos depois, decidiu que era hora de tentar melhorar de vida. Com o dinheiro da rescisão, montou a Séculos, empresa de sondagem. Hoje, suas empresas faturam R$ 15 milhões ao ano. Histórias como a de Mateus são comuns em Parauapebas. Carlos Alberto Correia da Silva largou a loja em Goiás para tentar a sorte na cidade. Ao lado de dois irmãos, chegou à cidade com R$ 30 mil e montou uma banca de hortaliças. Hoje, é um dos donos de dois supermercados que, juntos, faturam R$ 30 milhões ao ano. “Isso aqui é o nosso Eldorado”, afirmou Silva.

A fama de Eldorado (país lendário e cheio de riquezas que existiria na América do Sul) ainda atrai muita gente para Parauapebas. Ninguém sabe ao certo quantas pessoas desembarcam na cidade, mas entre os moradores é comum ouvir que esse número esteja perto de três mil pessoas ao mês. Uma parte deles chega de trem. Três vezes por semana, o trem para 1,1 mil pessoas sai de São Luiz, no Maranhão, percorre 892 quilômetros e passa por 25 cidades e povoados antes de chegar a Parauapebas. A bordo, pessoas vindas de várias partes do Nordeste, principalmente do Maranhão, que buscam emprego e, principalmente, uma vida melhor. Numa segunda-feira de abril, José Augusto Serra desembarcou na cidade com uma mochila nas costas e pouco dinheiro no bolso. Não sabia onde passaria a primeira noite, mas já tinha programa para o dia seguinte. “Amanhã cedo saio em busca de trabalho”, disse Serra.
 
De acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Parauapebas tem 150 mil habitantes. Nos próximos cinco anos, esse número deve dobrar. Para abrigar tanta gente será preciso construir pelo menos 50 mil casas. De olho nesse filão, foram lançados dois bairros planejados na cidade. O mais novo deles é da construtora e incorporadora Nova Carajás. Em outubro do ano passado, a empresa começou a vender o primeiro lote de 2,8 mil terrenos de um projeto que leva seu nome. Voltado para moradores de alta renda, ele oferece aos moradores escolas, bancos e centros comerciais numa área de 11 milhões de metros quadrados. Com 20 mil terrenos, bairro tem valor de venda de R$ 800 milhões. O outro se chama Cidade Jardim e é voltado para os migrantes como Serra. Dos oito mil terrenos colocados à venda desde o ano passado, apenas 10% não foram vendidos. “Tem gente de toda parte comprando terra aqui”, afirmou o corretor Amarildo Soares dos Reis.
A riqueza gerada pelos minérios encontrados na região não mudou a paisagem apenas em Parauapebas. Nos próximos meses, outros municípios do sudeste do Pará devem passar por uma grande transformação socioeconômica. O principal deles é Canaã dos Carajás, que já foi um distrito de Parauapebas e se emancipou há 17 anos. Desde que a Vale começou a extrair cobre, em 2002, a cidade saltou mais de duas mil posições no ranking dos municípios que mais evoluíram no PIB. A grande transformação, no entanto, acontecerá nos próximos meses, quando entrar em funcionamento uma mina de minério de ferro, a Serra Sul (ou S11D, como é chamada pelos técnicos da Vale). Com jazida de 11 bilhões de toneladas, é considerada a maior do mundo e vai dobrar a produção anual da mineradora. Não será surpresa se, em breve, Canaã dos Carajás estiver entre os municípios brasileiros que mais exportam.

A riqueza gerada pelos minérios encontrados na região não mudou a paisagem apenas em Parauapebas. Nos próximos meses, outros municípios do sudeste do Pará devem passar por uma grande transformação socioeconômica. O principal deles é Canaã dos Carajás, que já foi um distrito de Parauapebas e se emancipou há 17 anos. Desde que a Vale começou a extrair cobre, em 2002, a cidade saltou mais de duas mil posições no ranking dos municípios que mais evoluíram no PIB. A grande transformação, no entanto, acontecerá nos próximos meses, quando entrar em funcionamento uma mina de minério de ferro, a Serra Sul (ou S11D, como é chamada pelos técnicos da Vale). Com jazida de 11 bilhões de toneladas, é considerada a maior do mundo e vai dobrar a produção anual da mineradora. Não será surpresa se, em breve, Canaã dos Carajás estiver entre os municípios brasileiros que mais exportam.