PARAUAPEBAS PARA CARAJAS

PARAUAPEBAS PARA CARAJAS

Preâmbulo 

“Não se trata de uma panaceia, nem de maluquice ou vontade de aparecer. Trata-se de uma conversa adulta, responsável e necessária para um povo que vê seu bem maior, seu solo e suas florestas serem transportados para o outro lado do mundo, sem nenhuma compensação, sem nenhum resultado de vida. 

Mudar o nome é apenas o inicio de mudanças profundas nas responsabilidades e obrigações de todos os agentes envolvidos: VALE, PREFEITURA, VEREADORES E POVO que, agraciados por Deus para sediarem tanta riqueza, abrem mão dela assim, sem se incomodar, sem perceber que todos os recursos são escassos, que o minério não da segunda safra e que tudo, por mais que pareça eterno, acaba.”

RAZÕES ECONOMICAS E ESTRUTURAIS PARA A ALTERAÇÃO DO NOME DE PARAUAPEBAS PARA CARAJAS

A seguir vamos publicar dois textos de terceiros, que justificam em muito a mudança de nome da cidade de Parauapebas para Carajás. Podem se perguntar, maluquice, mas não é não. Dentro de mais ou menos 100 anos, a fabulosa reserva de hematita compacta de Carajás terá se esgotado. Restará apenas um buracão, escondido dentro da floresta.
Esta cidade e toda sua pretensa riqueza estará esgotada também. Mantido o ritmo e as concessões atuais, o Estado do Pará não será compensado, a cidade de Parauapebas também não, como não esta sendo compensada, diante dos colossais números, produção e riqueza da então maior mineradora de ferro do mundo. 

Vamos assistir passivos a destruição de tudo de bom que encontramos aqui quando chegamos? Ou pelo fato de termos chegado, na saído vamos levar tudo? Exemplos não faltam em Minas Gerais, nas varias cidades de minas esgotadas, o que se aconteceu com as populações.  

Nossa consultoria participou, há anos atrás, de um projeto para recuperação destas cidades e o que vimos no CREIA/MG e na Fundação Mariana, nos tirou o sono por muito tempo. 

Alterar o nome de Parauapebas para Carajás começa por desmontar a farsa criada aqui, onde o mundo sabe exatamente onde esta Carajás, nas ninguém, pelo que se vê na imprensa especializada ou popular, sabe onde esta Parauapebas.  A mudança do nome realoca a cidade de, por valores das bolsas, baseada apenas nos resultados da VALE, é um patrimônio de 120 bilhões de dólares. 

É como se fizéssemos um investimento de 120 bilhões de dólares na cidade e região em que a VALE extrai um bilhão de toneladas de minério de ferro. Da cidade maior exportadora do Brasil e patrocinadora de um dos maiores corredores de exportação do mundo, fonte de alimento dos gigantescos tigres asiáticos, China e Japão. Não é pouca coisa. 

A mudança do nome da cidade visa estrategicamente à alteração deste quadro de abandono, de desconhecimento e de desinteresse pelo dormitório Parauapebas. Sim, porque funcionamos apenas como um dormitório mal instalado de Carajás, da mina de Carajás. Quando toda a cidade tiver o mesmo nome, os investidores estrangeiros terão outro olhar para nossas necessidades, para a base de tamanha pobreza e descaso na origem da maior produção de ferro, cobre ouro e outros metais que nem temos ideia, saem daqui para o mundo.  

Este mundo, que precisa nos enxergar trabalhadores semiescravos, compreender nossas estatísticas de hanseníase, de mortes por falta de máquinas de hemodiálise, de saúde precária e inexistente, corrupção violenta, água tratada, rede de esgoto primaria e tantas faltas e necessidades que faríamos hipertexto em citar.  Carajás, como denominação de toda a malha urbana, atrai olhares e observações que Parauapebas não desperta, é outro mundo. 

Da esfinge Belindia, Parauapebas é a índia, Carajás é a Bélgica. De uma só vez, convertemos a Bélgica e a índia num só lugar, com um só nome.  Integramos mais 120 bilhões de possibilidades e esperança de transformação, antes que seja tarde demais, antes que a mina de Carajás se esgote.
Carajás — a conta do bilhão
Lúcio Flávio Pinto - Julho 2007 
A Vale já começou a comemorar um aniversário que só acontecerá em outubro: o primeiro bilhão de toneladas de minério de ferro produzido em Carajás. Se seus planos derem certo, o 2º bilhão acontecerá em menos de uma década. 

E toda a melhor jazida de minério de ferro acabará em mais um século. O que sobrará para nós destas festas? As batatas?
 A Companhia Vale do Rio Doce começou a comemorar, no mês passado, uma façanha que só se completará em outubro: a produção de um bilhão de toneladas de minério de ferro na mina de Carajás, no Pará. A marca foi alcançada com menos de 23 anos de operação, graças a uma extração média de 45 milhões de toneladas por ano (começou com menos da metade desse valor). Se a mina tivesse funcionado durante esse período com a capacidade máxima de projeto, de 25 milhões de toneladas, o primeiro bilhão só seria alcançado em 40 anos, ou 2025. 
Há, portanto, motivo para tanta comemoração. Haverá ainda mais razões quando o segundo bilhão for atingido. Se a escala atual de produção, em vigor a partir deste ano, que passará de 85 milhões para 100 milhões de toneladas, fosse mantida, Carajás chegaria a 2 bilhões em 10 anos — em menos da metade do tempo do 1º bilhão. Acontece que a partir de 2010 a mina já estará funcionando na bitola de 130 milhões de toneladas, respondendo por metade de toda produção de minério de ferro da CVRD, a maior vendedora desse produto no mundo.
 São números espantosos. As jazidas de Carajás, com 18 bilhões de toneladas, podiam durar 800 anos se o máximo de produção que era previsto inicialmente se mantivesse. Na média do primeiro bilhão, o tempo de vida útil cairia à metade, em valores redondos. No ritmo que a mina terá a partir de 2010, esse prazo baixará para 180 anos. Ou seja, mais 130 anos a partir do momento em que começasse a produzir 130 milhões de toneladas a cada ano. Ou, na verdade, um tanto menos: seria preciso descontar desse total o minério já extraído. Talvez apenas mais um século.
Aquele fantástico pacote de hematita compacta, com 600 metros de altura, espalhando-se por mais de 400 mil hectares de área, inteiramente lavrável a céu aberto (sem precisar, portanto, de dispendiosa mina subterrânea), que parecia infinito, inesgotável, não será mais do que história para os nossos bisnetos. Restarão então algumas perguntas ansiosas pelas respostas: fizemos por merecer o melhor minério de ferro que já existiu na crosta terrestre? Tiramos dele os benefícios que ele nos podia proporcionar? Fomos inteligentes no seu aproveitamento? Pensamos a longo prazo, já que minério não tem segunda safra, ou agimos apenas considerando o imediato?

À euforia da CVRD, com tantas marcas históricas alcançadas e recordes quebrados ao longo de 10 anos como empresa privada, a indicar o acerto da administração Fernando Henrique Cardoso em privatizá-la, corresponde a inquietação dos que questionam se têm motivos de fato para se incorporar a esta festa. A cada vez em que faz o balanço do exercício findo e apresenta seus planos para o ano em curso, a direção da Vale esgrime números grandiosos.
São sempre bilhões e bilhões de reais ou dólares, centenas e centenas de empregos, rendas e salários, trens e vagões, usinas e estradas. Agora seu valor de mercado chegou a 100 bilhões de dólares, tornando-a a segunda maior mineradora do mundo. À sua frente está apenas a anglo-australiana BHP-Billiton. Encerrado o foguetório verbal, porém, fica a sensação de que a participação do distinto público restringe-se à festa de aniversário, ao vernissage, à avant-prémière, à admissão com data certa e duração curta. Na hora de distribuir os dividendos, a reunião é em circuito fechado.
É impossível não deixar de reconhecer e admirar a capacidade empreendedora e o tirocínio de dezenas de pessoas que dirigiram e dirigem ainda a companhia, numa sucessão aberta pelo engenheiro Eliezer Baptista. Foi ele que definiu um rumo, o do Oriente, para viabilizar Carajás depois que os americanos da United States Steel se retiraram da associação com a CVRD, iniciada em 1969, dois anos depois daquele 31 de julho de 1967, que marca a descoberta da jazida, em outra data honorável, cujos 40 anos serão devidamente comemorados.
A USS, então a maior siderúrgica do mundo, achou que podia se manter na sua mina da Venezuela, aonde se estabelecera em 1954, e esperar por um novo chamado dos ex-parceiros compulsórios (por exigência do governo militar, incomodado com o fato de uma multinacional ser dona exclusiva de tamanha riqueza estratégica). Afinal, a engenharia econômica de Carajás lhe conferia vantagem competitiva exatamente pela abertura que propiciaria ao Brasil do mercado consumidor dos Estados Unidos, vedado até então.
Mas a equação de Eliezer Baptista já estava armada em torno do Japão, que se tornaria o principal cliente de Carajás (e da fábrica de alumínio da Albrás). Para fechar as contas, a Vale precisava deslocar o concorrente australiano, que estava muito mais perto, porém dispunha de um minério bem mais pobre. Só pureza não bastava: a Vale azeitou a logística e criou um eixo de exportação invejável, através de ferrovia, até o porto da Ponta da Madeira, em águas profundas, no litoral do Maranhão.
O minério de Carajás chegou barato ao Japão, garantindo 15% da demanda dos altos-fornos da sua siderurgia. Quando o gigante chinês despertou, provocando o maior impacto mundial da era moderna (a China produz um terço do aço do mundo), a CVRD já dispunha de um esquema afinado para se habilitar a fornecer volumes crescentes, numa escala que já chega a 40 milhões de toneladas, superando o Japão. A triplicação e quadruplicação do preço do minério, que por largo tempo estagnou em torno de 20 dólares, é função do enorme e insuspeitado incremento da demanda chinesa.
Por causa dessa fome ainda insaciável (e pendente de controle e redução) de minério para atender à desenfreada expansão da produção de aço, em 2003 a Vale deu um golpe antes impensável: reajustou sua principal mercadoria em 71,5%. E todos tiveram que pagar. Os aumentos seguintes não foram tão notáveis assim, para não dar um nó no mercado, mas continuaram a ser impressionantes.
O resultado: exercício após exercício, a Vale fechava seu balanço quebrando recordes de produção, faturamento, lucro líquido e distribuição de dividendos. Em 2005 foi a empresa que mais dividendos distribuiu no mundo inteiro. Quem aplicou em papéis da Vale ganhou quase 10 vezes mais do que quem investiu em caderneta de poupança nos últimos 10 anos. A compra do controle acionário custou, em 1997, 3,3 bilhões de reais. Só o lucro líquido de 2005 foi quatro vezes e meia maior.
Como seus acionistas já tiveram de volta o dinheiro aplicado várias vezes (a uma taxa média de 40% desde a privatização), a empresa incrementou no ano passado seu porte: incorpou a segunda maior produtora e dona da maior jazida de níquel do mundo, ao custo de 19 bilhões de dólares, em dinheiro vivo, para liquidar os demais pretendentes ao negócio. Foi o maior que uma empresa baseada na América do Sul já realizou em todos os tempos.
A CVRD, há seis anos sob o comando forte de Roger Agnelli, o mais impetuoso dos executivos brasileiros (pulverizou Benjamin Steinbruch dos anais da empresa), está cada vez mais forte (embora razoavelmente endividada), mais (preocupantemente) internacionalizada e fica mais diversificada (com a Inco, a área de metais não-ferrosos já é responsável por 42% do faturamento). Mas e o Pará?
O Pará, ao que parece, é um detalhe nessa história, embora sem ele não houvesse parte (e a parte melhor, para a companhia) dessa história. O Pará está à margem, está fisicamente atrás da porteira que controla ou simplesmente veda o acesso às minas (que, como se sabe, não são apenas de minério de ferro: incluem neste momento manganês e cobre, mas têm ainda níquel e ouro, em proporção crescente).
O caos humano — social, étnico, fundiário, policial — fica do lado de fora. Do lado de dentro, a ordem, o compromisso, a determinação. Um universo protegido pelas unidades de conservação que circundam as minas, criadas pelo governo federal, por inspiração da CVRD, que não pôde comprar a superfície do solo que contém as rochas mineralizadas. 

A empresa proclama que o Pará está muito bem e ficará ainda melhor. Está apostando muitas fichas no Pará. Seu plano de investimento é várias vezes superior ao do governo do Estado, que se encolheu comparativamente ao porte da mineradora. 
Só para se ter uma idéia: um quarto do dinheiro que a empresa gastou nos últimos quatro anos em suas ferrovias e terminais portuários (o equivalente a dois bilhões de dólares) daria para concluir, com folga, o sistema de transposição do Tocantins, restabelecendo a navegabilidade do rio, interrompida pela barragem da hidrelétrica de Tucuruí há 23 anos.
Mas a CVRD está sob o guarda-chuva leoninamente protetor da Lei Kandir, que a isenta do pagamento de imposto por exportar, que é quase só o que ela faz no Pará, produtos semi-elaborados. Seu efeito germinativo no Estado é desproporcionalmente pequeno diante do volume enorme de riquezas que ela movimenta no Pará. Gastará 2,5 bilhões de dólares nos próximos dois anos para elevar a produção de minério de ferro para 130 milhões de toneladas e colocá-la no porto de embarque, na ilha de São Luís, praticamente duplicando a ferrovia de Carajás. 

Como não chegará a tanto, provocou especulação sobre sua intenção de construir um mineroduto, o maior do mundo, com quase 900 quilômetros de extensão (seis vezes o tamanho dos minerodutos do caulim).
A empresa está disposta a esticar sua imaginação e seu capital até o limite extremo para colocar mais minério paraense no mercado mundial, mas não move uma palha no sentido de transformar minério de ferro em aço dentro do Estado. Não só agregaria mais valor ao produto como teria menos volume a transportar nos comboios, que terão sua capacidade atual aumentada de 220 para 320 vagões no próximo ano, constituindo o maior trem de minério do mundo. Quase um terço do minério transportado é estéril, descartado somente na siderurgia.
É certo que com uma tonelada de ferro se aproximando de 90 dólares, aritmeticamente falando é mais atraente vender minério. Mas por quanto tempo? Em que nível de dependência de dois clientes, China e Japão, responsáveis pela compra de mais da metade da produção de Carajás, principalmente da China? E — o que nos toca mais de perto — por que privar o Pará de usufruir essa fase de vacas gordas?
Se a Vale só pensa nela, está na hora de o Pará pensar na parte que lhe cabe nessa sucessão de festas de recordes, seja na forma de uma compensação honesta e devida como numa sobretaxa sobre o lucro, a partir de certo limite, mesmo que essa compensação precise vir através de uma nada fácil legislação ou de uma terrível guerra política. Já está na hora de os paraenses se aperceberem de uma coisa: essa enorme e valiosa riqueza que está indo embora, numa escalada crescente, não voltará. Nunca mais.
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Lúcio Flávio Pinto é o editor do Jornal Pessoal, de Belém, e autor, entre outros, de O jornalismo na linha de tiro (2006). Fonte: Especial para Gramsci e o Brasil.

Após lucro recorde, Vale vê com otimismo 2011
Publicado em 28 de fevereiro de 2011 por Editor

 
A mineradora Vale fechou 2010 com o maior lucro de sua história. O ano também representou recordes de receitas operacionais, lucro operacional, margem operacional e geração de caixa, segundo a empresa.

O ganho da mineradora foi de R$ 30,1 bilhões, “o maior da história na indústria de mineração”, de acordo com a empresa. Trata-se de um crescimento de 193% em relação a 2009. Apenas no quarto trimestre, a Vale lucrou R$ 10 bilhões, “o maior resultado de um quarto trimestre”, com expansão de 280%.

A receita líquida foi de R$ 27 bilhões de outubro a dezembro e de R$ 85,3 bilhões em 2010. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) atingiu R$ 46,4 bilhões em 2010 e R$ 14,6 bilhões em três meses.

Segundo a consultoria Economática, o resultado anual da Vale é o maior lucro já registrado por uma empresa privada brasileira de capital aberto. O desempenho fica atrás apenas do lucro da estatal Petrobras em 2008, de R$ 33,0 bilhões, e no ano passado, de R$ 35,2 bilhões.

O preço do minério de ferro terá reajuste de 20% no segundo trimestre do ano, demonstrando que a empresa ainda aproveita a alta demanda das siderúrgicas na Ásia.

Em entrevista na sexta-feira, executivos da mineradora apontaram a mudança do histórico reajuste anual de preços do minério para um modelo de revisão de valores a cada três meses como um dos pontos que contribuíram para o resultado de 2010. Mais dinâmico, o novo regime de preços permitiu à Vale capturar melhor os reflexos da aceleração da economia da China – maior consumidora de minério de ferro do mundo.

Conforme os diretores, no caso de manutenção da curva de preço, o mercado pode esperar por novos recordes neste ano. “Nossa expectativa é bastante positiva”, disse José Carlos Martins, diretor de marketing, vendas e estratégia. O otimismo se baseia na tendência de expansão da produção global da indústria, junto com um ambiente de restrições na oferta de minério.

Os resultados da Vale agradaram os investidores, que estão com boas expectativas para os próximos balanços da mineradora.

“O bom desempenho da empresa deve continuar, em função das altas cotações e da demanda. Entretanto, o investidor deve se manter atento às perspectivas para 2011 (principalmente em relação à China), ao comportamento dos custos e oferta de insumos e ao fluxo de notícias, que podem limitar maior alta das ações”, afirmaram os analistas Rodrigo Fernandes e Hering Shen, da Fator Corretora, referindo-se à revisão do da regulação do setor e a possíveis mudanças no comando da empresa.

Rodrigo Ferraz, da Brascan Corretora, assinalou que, no geral, os números do quarto trimestre ficaram acima das estimativas, e as projeções para os próximos trimestres também são favoráveis. Ele destacou, principalmente, a expectativa de preços médios e volumes elevados em 2011 para minério, devido ao aumento de demanda proveniente da gradual recuperação global e manutenção da atividade siderúrgica chinesa; a restrita capacidade de expansão da produção pelos principais concorrentes no curto prazo; e a estabilização de novos negócios, como carvão e fertilizantes.

A Vale deve definir nas próximas duas semanas sua entrada como autoprodutora no consórcio Norte Energia, responsável pela construção da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu (PA). Segundo o diretor de implementação de projetos, Eduardo Ledsham, a Vale no momento faz uma avaliação técnica e econômica do investimento, revisando dados que estavam sendo considerados no ano passado, quando o consórcio no qual a empresa participava perdeu a licitação de Belo Monte. “Vamos precisar de duas semanas para fazer uma análise técnica apurada e aí tomar uma decisão”, disse.

Durante entrevista sobre os resultados, Guilherme Cavalcanti, diretor de finanças, disse que o plano de realizar uma oferta pública inicial de ações da Vale Fertilizantes segue em fase de estudos. Ele afirmou que alguns bancos já estão trabalhando no tema, mas que nenhuma instituição foi contratada para fazer a emissão.

Fonte: Valor Econômico 

Publicação:
Gilberlan

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