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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

A crise continua




O PEQUENO BRAZ

Ou a história dos homens que não sabiam planejar












Vereadores com maioria e lista de votação prontos para afastar o prefeito, protocolam pedido no prazo legal e a tempo de ser apreciado e votado.  Tudo conforme preconiza a lei. Tudo dentro da norma e legalidade. Talvez por confiança, falta de visão estratégica ou mesmo planejamento, acreditam que será cumprido a lei.

Na casa de leis municipal, as mesmas precisam ser respeitadas e o pequeno Braz, lacaio descarado do prefeito,  mesmo vendo o destino do seus pares – Odilon, Josineto, Devanir, Luzinete, Arenes e Major, afastados e impedidos de até conversarem entre si – faz o mesmo papel de vilão e se coloca perigosamente na linha de tiro. Tudo pela sedução impecável de Valmir. Ou pelos crimes e desmandos de sua esposa Maquivalda, à frente da Secretaria Municipal de Habitação.

Talvez nem seja Valmir e os riscos de apoiá-lo, mas que sejam os milhões amealhados com as desapropriações criminosas realizadas pela secretaria de sua esposa – num nepotismo cruzado, secretaria municipal de habitação. Ele, presidente da câmara. Ferindo a lei. Apostando na impunidade porque, sendo o casal uma sociedade, há relação entre a câmara e o vereador Braz e sua esposa no executivo. A justiça precisa ver isto e afastar ou ela ou ele. Mas esta é uma das vantagens de ser amigo do rei. E de defendê-lo, mesmo rasgando as leis, com ele diz, sempre fornecendo combustível – no caso tempo, para um governo assassinado, sem tática, largado e irresponsável, a ponto de quase destruir o municipio. De bilionário a pedinte.

Assim o presidente da Câmara Municipal de Parauapebas, recebe o pedido de afastamento do prefeito e não coloca em pauta. Resolve rasgar a lei e o próprio regimento interno da mesma.

Fica teimosamente com Valmir e seus extremos, com uma gestão tresloucada e incompetente. É lamentável que homens diminutos tenham tamanho poder. Transcende a eles, demonstrando à historia e a sociedade sua real dimensão.

Braz se perde numa defesa perdida. Este governo não tem salvação. Pode até ir prevalecendo sobre a justiça e a lógica. Mas não sobreviverá ao jugo social e à historia. Braz será rasgado e cuspido para fora do  manual dos bons exemplos, passando aos livros como um anão covarde e subalterno. Não merecia ser presidente de nada.

Pedido de afastamento foi protocolado

Apontando várias ilegalidades cometidas pelo prefeito de Parauapebas, VALMIR DA INTEGRAL, nesta manhãs de terça-feira foi protocolado mais um pedido de afastamento do chefe do executivo municipal.

Confirmado protocolo, deliberação é na primeira sessão

Após o registro do protocolo, o pedido deve ser colocado na primeira sessão a ser realizada pela Câmara.

Veja o que diz o DECRETO LEI 201/67:

Art. 5º O processo de cassação do mandato do Prefeito pela Câmara, por infrações definidas no artigo anterior, obedecerá ao seguinte rito, se outro não for estabelecido pela legislação do Estado respectivo:

II - De posse da denúncia, o Presidente da Câmara, na primeira sessão, determinará sua leitura e consultará a Câmara sobre o seu recebimento. Decidido o recebimento, pelo voto da maioria dos presentes, na mesma sessão será constituída a Comissão processante, com três Vereadores sorteados entre os desimpedidos, os quais elegerão, desde logo, o Presidente e o Relator.


sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Apenas um jogo?

CENARIOS VARIAVEIS E
UMA CIDADE PERPLEXA








A matemática vetorial e as analises de sistemas complexos – cálculos aleatórios e sem padrões imediatos absorvem as mentes gulosas de pensadores matemáticos e filósofos. Estamos diante de um puzzle que ainda não o vimos diretamente: As possibilidades de manipulação no quadro dos quinze vereadores hoje legislando em Parauapebas.





Todas as possibilidades de manipulações e mudanças de ultima hora estão em aberto e favorecem tremendamente a manutenção de Valmir da Integral no poder. Não temos segurança legislativa hoje. Qualquer dos vereadores afastados pode retornar. Os empossados não podem contar com cem por cento de segurança em suas ações, nomeações e permanência. E tem o tempo.

Estamos todos ainda mais nas mãos do  judiciário. O que podemos fazer? Apelar para as forças dinâmicas da natureza...humana!

O único remédio é a definição do destino dos afastados. Isto ninguém sabe quando se dará. Pode demorar, pode ser rápido.

Enquanto isto temos o orçamento 2016, temos os cortes no SAAEP, na máquinas como o todo, temos o ano eleitoral, os arranjos partidários, temos o destino da mina de ferro de Carajás, a situação precária da saúde, as mentiras do governo, as atrações da oposição e tudo o mais.

Os novos vereadores por suas falas iniciais parecem ajuizados e suficientemente maduros para não se arriscarem pelos chamado$ do governo. São moradores locais e estão vivendo o desatino e as loucuras do grupo no poder. Não seriam malucos ou mais irresponsáveis que o Braz, o Maride e o Zacarias. Estes se personificam como postos ou arreios, senão pelegos de uma ditadura local, fascista e comprometida consigo mesma.

A sociedade esta se posicionando. Parauapebas deixa o dormitório de lado e se procura. Onde perdemos o moral e a dignidade para nos transformarmos neste grupo de palhaços sem destino? Porque nos entregamos a gente pior, a suportar  uma fama cada dia mais consistente de paraíso impune da corrupção?


As memorias de Odilon, Devanir, Josineto, Luzinete, Major, Juliana, Valdemar da Pavinorte, Shirlean e tantos outros, já punidos, presos ou afastados unicamente por terem servidos Valmir da Integral, por terem confiado nele e por ele feito ‘negócios’ que sirva de lição e aviso.


Acorda povo! 


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

A Câmara de Parauapebas parece reagir.

A CÂMARA É
DO POVO














AOS Pouco a massa acordou para o grave problema que é a manutenção de Valmir da Integral a frente do governo de Parauapebas. Massud é temido por suas ações e iniciativas. Tem uma missão na vida, consertar os rumos que a gestão de Parauapebas tomou com a ocupação do poder por Valmir e seu bando.



O maluco do Major saiu, personalidade atrapalhada, iniciativas nulas, apenas suporte. Vai pagar com seu nome e sua liberdade. De certa forma ficou mais leve e algo mais comprometida a câmara.

A presença da Joelma traz alegria para meu querido e distante amigo, Ribamar. Ele me prometeu que ela seria um dia prefeita de Parauapebas. Joelma é preparada, economista, espero uma postura consciente e comprometida.

Agora, Marcelo Parceirinho ter aceitado como propina a falida SEMAS é de arrepiar. Não esta enxergando debaixo do próprio nariz. Leudicy arrasou a secretaria, destruiu seu orçamento e caixa. Esta enrolada junto ao MPE e brevemente terá sua paga. Praticou diversos crimes na administração e não sairá impune. Deve ser louco, com tantos olhos sobre seu mandato ter aceitado a desonra de suas próprias palavras. Vereador a moda antiga?

Igual ao Zacarias, já odiado pela população.

Todos que apoiaram Valmir da Integral até agora perderam tudo. Todos, à exceção dos que ainda não foram punidos. Mas serão.

Os novos vereadores, se quiserem manter a sanidade e o nome limpos devem se afastar do canto de sereia de Valmir e seu bando. Vão se sujar, vão perder honra e liberdade.

Precisa repetir Odilon, Major, Josineto, Devanir, Juliana, Luzinete. E prestem atenção, quem era Odilon até pouco tempo atrás.

Nunca a gestão de Parauapebas foi tão investigada. Nunca houve tantas intervenções dos órgãos reguladores aqui. Os novatos devem prestar atenção.

A gestão tenta desviar o foco da má fama para a Câmara. Não conseguirá, no momento certo o povo toma o rumo.

Reforma já! Fora Darci, fora Valmir! Abaixo a corrupção!


A Câmara de Vereadores de Parauapebas está pronta para cumprir seu destino: afastar o prefeito da mentira e da promessa.





sexta-feira, 17 de julho de 2015

Câmara Municipal fora do jogo politico por associação criminosa com o executivo

DESARTICULADOS









O que restava de serventia, foi retirado dos vereadores. Capitaneados por Odilon Sansão e Josineto Feitosa, acabou a era de utilidade dos vereadores. Espero  que na próxima eleição não tenham votos quem pretende. Foi fácil demais. E não duvidem, articulado pelos erros próprios e pelo vicio e espetacularmente  PATROCINADO pelo executivo traidor. Sim Valmir e seu gabinete em muito a ver com as prisões e a excessiva punição aplicada aos antes aliados, Odilon, Josineto e os outros que ainda pagarão. Prova disso são comentários de que o rato do Gilmar articula um golpe com Flavio Sacramenta para fraudar licitação de mídia. Deduz-se a articulação do gabinete para conseguir que Josineto intervenha. Ou os mesmos estão entregando o vereador. O que  vimos é uma decisão judicial claramente favorável ao gabinete, mandado prender Josineto e sequer tocando em Gilmar e sócio. É curioso notar que, os vereadores aliados do gabinete estão sendo processados ou foram presos. A imensa sujeira que ligava e mantinha conectados  legislativo o executivo passa por este processo de primeiro atingir os aliados, sendo na verdade a oposição receptora apenas de sobras e rejeitos.






Como pode uma quadrilha articular documentação falsa e fraude em licitação e apenas um deles, sequer falando, apenas citado, ser preso e transferido para outra localidade? A resposta é seu total envolvimento no processo, é sua culpa comprovada. O movimento para desarticular qualquer possibilidade de cassação de Valmir a nível municipal, passa pela destruição moral da Câmara dos Vereadores. Isto já se conseguiu. Pelos ânimos e terror, não há ali vereadores capaz de articular mais nada contra a roubalheira e a moralidade municipal.



Mas porque não entregam os anéis?
Se fossem pessoas de real valor ou se vivêssemos numa cultura diferente, onde há prisões para quem praticar crimes em qualquer idade, seguramente estes vereadores teriam percebido que consumiram todo seu capital moral e teriam RENUNCIADO. Abririam frente para que seus suplentes pudessem continuar a luta contra a corrupção. Teriam uma chance maior de se defenderem e poderiam estar ajudando a população  a vigiar os novatos a não fazerem cena com dinheiro alheio. Novos vereadores poderiam retomar as investigações e CASSAR o prefeito criminoso e seus asseclas.

Os antigos diziam que se deve entregar os anéis para não perderem os dedos. Os vereadores estão retendo os anéis (desculpe o trocadilho, com confundir “todos os anéis”) numa aposta suicida de que todos vão cair juntos. Não vão não. Há defesa para aqueles que apenas aceitaram a propina e a defesa para os que fabricaram a propina. Cada um será julgado de uma forma, se o MPE não pedir para todos formação de quadrilha. E pelo que consta, o processo por formação de quadrilha será para Odilon, Devanir, Arenes, Josineto, filho e filha de Odilon e diretor câmara. Portanto os outros vereadores, que inicialmente estão fora dessa lista, deveriam mesmo com culpa em cartório, mesmo tendo recebido o mensalinho, desvencilhar-se do cargo agora mais pesado. Deveriam voltar para casa, entregar a tarefa não cumprida aos seus suplentes. Estes entram limpos, talvez com nova visão. Se forem merecedores, poderiam retomar a pauta da CPI DA SAÚDE, DO LIXO  e do AFASTAMENTO ou CASSAÇÃO do velho prefeito e sua quadrilha.

É pedir demais ne. Como homens que se esconderam a vida inteira atrás dessa oportunidade podem abandonar o barco e buscar uma correção mais complexa ainda para uma situação tão desfavorável? Eles precisam rearticular e lutar contra o executivo que já demonstrou o que é. NÃO FARÁ ACORDO com os novos vereadores e vai procurar, neste ano que resta, matar a todos com falsas promessas e mais destruição. Entregou para Odilon, Devanir – estas velhas raposas da politica local -  a maior destruição de suas vidas. Terão que se retirar da vida politica. É PRECISO ATENTAR QUE ESTES FATOS NUNCA ACONTECERAM ENTRE NÓS. Apenas com os defensores de VALMIR DA INTEGRAL. Sobrou apenas para eles. Acredito ser razão suficiente para os novos vereadores.


Cadê os suplentes?
Agora é estranho os suplentes, com tamanha responsabilidade – de reatar a confiança perdida na câmara – estarem tímidos e escondidos. Terão o rabo preso a algo? Fizeram acordos com o executivo? Porque não estão articulando, propondo ações, se reunindo? Cadê estes suplentes e quem são eles? A sociedade agradeceria em muito  uma iniciativa de sim, queremos sim esta oportunidade de salvação.


Mas acredito que vai prevalecer os silencio e que todos estão dispostos a perder os dedos. É a própria atitude do executivo que, se sabendo morto, finge vida, finge campanha de reeleição, finge capacidade de reação e gestão. Com uma equipe caolha, uma chefia de gabinete perneta e inconsequente – vejam o mal feito ao Jonas Conrado pelo incompetente Gilmar – a troupe de canalhas passam e se lambuzam. Decididamente não acreditam na justiça, tendo juízes, procuradores e tribunais que os defendem e os protege. Apenas continuam praticando o mal e o  roubo. E lá nave vá.

sábado, 27 de junho de 2015

A derrota de uma cidade outrora confiante.

CÂMARA SOB ATAQUE!









E patrocinado. Não me surpreenderia que aquela “confissão” do Odilon tenha sido combinada com o executivo para atrair de vez os holofotes sobre os vereadores e assim, afastar de vez a manobra da “oposição” de caçar seu mandado por ser o único órgão legitimo que poderia fazê-lo. Assim, num contra-ataque espetacular manobra suas forças para atacar a câmara e desarticulá-la. Vejam esta foto. Vemos homens derrotados, a arrogância de lado, simples mortais medrosos e perplexos como o são.


Acuados pela mídia, por manobras do gabinete, por seus familiares e pelas eleições já tão próximas. O que farão nossos vereadores divididos, sob tiroteio pesado e com, JUSTAMENTE OS VEREADORES DA BASE DO GOVERNO sob raides – Odilon e Major, à exceção do irrequieto Arenes, que ninguém me convence que não foi traído e entregue exclusivamente como boi de piranha para aplacar ânimos. Estamos em guerra, as forças de segurança precisam atentar para a situação precária de Parauapebas. Não acharam armas com o prefeito porque estas estavam com seus seguranças, ali perto. São pessoas da polícia militar, apenas isto.

É preciso deixar bem claro e com precisão: o bandido aqui e a quadrilha poderosa é chefiada por Valmir da Integral e seus filhos, Flávia e Alessandro, empresários ainda mais poderosos que o Edmar, secretários e vereadores, nesta ordem: Braz, Odilon, Devanir, Major, a turma do PT.  O mensalinho sempre existiu, no tempo do Darci era distribuído 30 mil reais para cada vereador, com pagamento ocasional de até 80 mil para um certo vereador não abrir o bico.

Os golpes perpetrados por Josineto e seu pessoal é micharia perto do que foi roubado pelo executivo. Uma única quadrilha encastelada no Morro dos Ventos chega a quase 150 milhões. E tudo está fartamente documentado e sob investigação do MPE. Inicialmente serão cerca de 17 processos diferenciados e todos por crimes contra patrimônio publico, como formação de quadrilha, improbidade administrativa e tantos outros crimes hediondos. A turma do gabinete não pode e não deve tripudiar sobre a câmara dos vereadores com esta primeira matéria no Fantástico e com a repercussão na mídia paga. Crimes de verdade, com recursos ainda maiores estão para estourar em breve. Há uma quadrilha, uma não, várias ainda atuando sob coordenação ou aquiescência do executivo. Não há inteligência ali, apenas rasteiras e imediatismo. Os fatos gerenciais gritam que algo está muito errado, não há comando.

Não quero aqui justificar crimes contra o patrimônio público. Erraram sim usufruindo do mensalinho. Não deveriam ter embarcado com os corujas e ratos criados.  É um golpe cruel contra a população e uma cidade que não tem nada. Apenas alguns políticos que são agraciados com nossa obrigação de votar que enriquecem a cada quatro anos, apenas isto. Os problemas estruturais da cidade ainda são os mesmos do tempo do Chico das Cortinas.

Mas demonizar a Câmara dos Vereadores é um equívoco. Enxergo este sensacionalismo como um desvio temporal da tempestade que se abateu e abaterá ainda mais forte e destruidora sobre Valmir da Integral e seu bando. Neste momento as fichas estão dadas e toda a população vai entender os monstros que colocaram para governar Parauapebas.

Os secretários bandidos, o assassinato de Dr. Jakson, as batidas da PF no início do mandato, agora a mega operação Filisteu com invasão inclusive da casa do prefeito – ato que jamais presenciamos nesta cidade, as denúncias recorrentes de fraudes, roubos, desvios, licitação viciada e toda sorte de desvario gerencial não passara impune e não pode a Câmara dos Vereadores pagar sozinha. O mal da corrupção em Parauapebas nasce no Morro dos Ventos e seu chefe todos conhecem.


A estratégia de atacar a câmara e assim garantir o mandato, evitando a todo custo uma sessão de cassação é um caminho, inclusive avaliado por minha empresa e sabíamos que cedo ou tarde seria usada. Agora cabe a nós, formadores de opinião separar o joio do trigo. Ou o MPE concluir seu longo trabalho de investigação e intervenção.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

...uma cidade que tinha um futuro promissor, ser assolada pelo vírus da corrupção...

INFAMIA





E assim aos poucos Valmir da Integral vai trocando seus comparsas. Não esta ficando só, apenas continua defendendo os mesmos bandidos que o destruíram. Não é apenas manter e reeleger Valmir da Integral. O pior vem depois, quando não terá mais acesso a documentação, quando sua fortuna e a de seus filhos estiver mais expostas. Quando possivelmente o gosto da solidão será de uma cela em Marabá ou Belém. Um momento para suas mais profundas reflexões. Como pode se aviltar tanto e acreditando em blindagem num momento em que  a nação procura extirpar seus males e dores. E logo, corrupção. Ah, coitado do Valmir. O universo coloca em suas mãos a chance de se redimir das bobagens feitas a vida inteira e ele se atola mais, se entrega a esta sucia que nunca soube o que era gerir uma cidade.

Queiroga se vai e nada realmente vai mudar. Nunca deveria ter entrado neste governo. Piorou a percepção de que Parauapebas era apenas uma parte da  Integral. Apenas tornou o prefeito mais prisioneiro de jogatinas, mais perdido e iludido com poder, voto, sabedoria, gestão. Tomara que não se perca a oportunidade de descobrir para onde foi parar todo o dinheiro do lixo que ele, em conluio com  Vanterlor e Gláucia levou. E mesmo o dinheiro, os milhões de tudo que passou pelas mãos desse foragido que não estará e nem será achado pela policia quando a bomba estourar. Seus conselhos e intervenção levaram  o prefeito a cancelar todo o  trabalho meu e de André Rosa, entregando  a coleta para a Usimig. Provando mais uma vez que não tinha amigos ou parceiros, apenas exploradores de sua santa ignorância em gestão publica. Presenciei reuniões criminosas entre Marconi, Queiroga e outros, quando viajavam para pagar ou obter favores de autoridades e a fazer negociatas. A parceria criminosa de Marconi segurando processos para aliviar as empresas, a compras sem a entrega de mercadorias que este ex-secretário  realizou. Ou a pagamentos com verbas federais que foram feitos, causando a paralisação da creche nas Casas Populares. Prevaricou igual ao Dr. Romulo e agora se vai assim, sem punição, sem culpa. Deixa tudo nas costas de Valmir da Integral que não pode pagar tudo sozinho. A melhor saída agora para o velho prefeito seria e é a delação premiada.

Prisioneiro de varias quadrilhas altamente especializadas em fraudes, crimes contra o patrimônio publico, ambientais e sociais, talvez a delação premiada antecipada o livre da prisão vexaminosa aos 68 anos de idade. As quadrilhas ainda estão ativas dentro do governo. Continuam praticando crimes, agora em marcha lenta, mas ainda com ímpeto.  Poderia citar nomes e esquemas, conheço todos e posso atestar que Valmir da Integral também conhece. Trabalhamos juntos num projeto de devolução de poder em que nomeei este Queiroga, Vander, Marconi, Zé de Fátima,  Mendes,  Adir e Romulo numa conspiração aberta contra as ações do prefeito. Não tivemos tempo de agir, acabou eu saindo e eles continuam até hoje.

Queiroga sai mais milionário do que já é. Com tanto dinheiro surrupiado nestes dois anos, praticamente dobrou seus recursos e agora da uma banana para nos e parte tranquilo. É um premio a ousadia  e a desonestidade. O que sociedade precisa saber é que não podemos deixar isto assim. Queiroga roubou, extorquiu, e agora abandona o governo. Tranquilamente. E já esta nos Estados Unidos.

Nada mais é surpresa numa cidade em que o líder do governo confessa seus crimes abertamente, na tribuna e mesmo sob vaias tem a coragem de repetir que é bandido. Odilon perde as estribeiras ao tentar defender o indefensável. Valmir é sedutor. Acaba com o que resta desse vereador que há muito deveria estar em casa. Não sei se é pior, a arrogância do Major ou a “sinceridade” da confissão de Odilon. Major esquece que logo  logo estará atrás de quem hoje esta recebendo o seu “...cagando e andando” para suas vaias. Quem vaia hoje foi seu eleitor e jamais – se tiver vergonha na cara – voltará a sê-lo. Major jamais mereceu este cheque em branco e deve realmente desesperar ante as falcatruas cometidas na venda irregular do seu terreno  para Valmir. Ou no contrato de seu “irmão” para a manutenção da ambulâncias e da frota escolar. Ou mesmo de seus prediletos colocados em postos chave na educação, na gestão  publica. Herdeiro de fato do Odilon, completam uma dupla de irresponsáveis ao se colocarem lado a lado com Valmir da Integral. Ajudam a afundar a cidade, a destruir o pouco de esperança numa mudança que altere o destino final da comunidade. Seus discursos se complementam, um tipo de escoria politica que infesta este pais, onde fala-se em encarcerar crianças e mantem em liberdade ladrões que roubam milhões sem hesitar, que matam crianças, que impedem o florescimento da educação, da universalização do saneamento básico, do turno integral nas escolas de todo o pais.
Mas o mais lamentável é ver uma cidade inteira que tinha um futuro promissor, ser assolada pelo vírus da corrupção, do desatino e da imprudência... lamentável.

sábado, 2 de maio de 2015

A sociedade tem que se posicionar e exigir continuidade. São mais de dois anos de paralisia.

Irmãos em guerra.
Porque temos que acelerar o entendimento social e politico. E porque precisamos pressionar os órgãos repressores para resolverem como vão tratar os desmandos e a ilegalidade do governo Valmir da Integral. A sociedade tem que impor uma trégua ou o fim da queda de braço entre executivo e legislativo. Por sua própria salvação.





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Já durou tempo demais. Afinal são dois anos e cinco meses, restando pouco mais de um ano e meio para encerrar uma gestão que vamos precisar de preces e muita complacência para esquecer. Afinal a imobilidade executiva de Parauapebas já causou estragos demais, todos estão perdendo. Nem estamos mais buscando,  se houvesse, o bom senso do grupo de Valmir da Integral em renunciar ou ao menos reformular completamente, reciclando pessoas e atitudes. Foram longe demais. O pior é que todos os agentes envolvidos nesta paralisação assustadora de Parauapebas não terem maturidade o bastante para perceberem que foram longe demais. Afinal , nossas convicções afetam a todos e precisamos entender que para resolver o impasse de gestão vamos precisar de mais do que temos feito até agora e nem surtido efeito prático.

O único – a saída de Valmir da Integral e sua trupe desonesta. Esta paralisia compromete para sempre o futuro de Parauapebas. É neste momento, enquanto a VALE ainda pode que devemos iniciar conversações sobre sua responsabilidade sobre os destinos da cidade. É neste momento que todos os agentes de desenvolvimento e crescimento econômico tem que estar dispostos a sentar, discutir e encontrar a melhor saída para o fim de uma era de recursos abundantes e desperdícios. Parauapebas não pode continuar perdendo seu rumo, caminhando para o caos.

Originalmente a guerra seria contra a corrupção. Mas todos se corromperam ao longo do processo e não temos mais saída. O G5 ampliado para G7 ainda não conseguiu mostrar a que veio. Sem a sociedade civil a partilhar e empurrar o processo, podemos ver este estado de coisas por mais longos 18 meses, até a eleição do novo prefeito. As sessões da câmara se tornaram cenário de filme medíocre, uma disputa que nem mesmo os vereadores sabem porque a travam. Assim vemos que não tem mais vencedores, apenas um bando a cada dia maior de deserdados, de prejudicados, de perdidos. Penso na tragédia dos últimos dias públicos de Odilon, de Brás, e dos aliados de Valmir – tentando defender o indefensável.  Será apenas pelo dinheiro roubado da população? Enquanto se perdem em suas misérias publicas, com Valmir da Integral acuado mas ainda à frente de todos, este se locupleta num ambiente seu a vida inteira – o caos.
Enquanto isto crianças morrem a míngua no hospital da prefeitura. Enquanto isso as mortes violentas triplicam nos finais de semana e feriados. Enquanto isso vemos a cada dia o estado de direito mais e mais ameaçado por grupos de pressão, por mortes de encomenda (Dr. Jackson), por perseguições.

Ou teremos que mobilizar as massas, as ditas lideranças para darmos um basta a tanta dissidia e loucura? O que esta prevalecendo agora nos corações e mentes desses “políticos”? Dessas “lideranças” de nada, que infelizmente nunca tivemos oportunidade de gerar, lideranças realmente comprometidas com o desenvolvimento desta cidade, estão pensando o que? Devemos continuar esperando por eles, encontrarem um paliativo, uma possível saída para tao grave momento social?

A história tem sido cruel com este sitio.  Primeiro Faisal, agora encostado e com graves acusações de trabalho escravo nas costas. Elegeu a primeira prefeita biônica da Nova Republica, sua ex-esposa, que se voltou contra ele e entregou a cidade as máfias, Welney à frente. Cometeu crimes e se impôs por longos oito anos. Sua característica eram festas e mais festas, arrumando uma popularidade que mais foi real. Depois vieram Darci e agora Valmir. Dois tresloucados “líderes” plugados justamente pela falta de liderança, que confusão. E foi realmente este os acontecimentos. Salva e redime este mapa de gente ruim, a presença isolada de Chico das Cortinas e Meire Vaz. Tudo que temos hoje surgiu sob a gerência desses dois e até hoje permanece. Não víamos tanta desgraça acontecendo, mesmo guardado as proporções históricas e o desenvolvimento. Era moral, era gestão, era boa vontade.

Agora vemos a cada semana a mesma novela mexicana. A trupe de Valmir ainda sem saber salva-lo da bancarrota, ainda metidos e arrogantes, a turma da Ângela ainda à espera do milagre, em reuniões recorrentes, em juntada de documentos, em apelos de ajuda e em promessas, se endividando desnecessariamente, sem foco, sem rumo.

O G5 vitaminado mas ainda débil e presa mesmo se esforçando para formar o até então desnecessário G7, com uns dois membros tão ou mais enrolados que Valmir. O crescimento do   grupo partiu da ideia desproporcional de trazer dois irresponsáveis para uma luta de longa duração.  Também sob investigação, ambos não sabem a quem recorrer e fazem a aposta de suas vidas. Os advogados, de ambos os lados nem sabem para onde apelam, chega a ser divertido ver tanta gente metida a besta sem saber o que fazer. É o que demonstram. Eles não tem a solução, ficará o mal feito, o mal acabado. Ainda bem que as eleições estão próximas, fazendo os partidos agirem como tal: agremiações de semelhantes, em prol da sociedade.
Mas agora enfrentamos dois pesadelos limítrofes: a queda brutal da capacidade de caixa da VALE e a má gestão publica se cruzarem. A crise instalada não será passageira, é uma renovação, uma mudança no sentido de existir de Parauapebas. A velha pujança não voltará. Apesar de nunca termos sido uma cidade rica, tínhamos a impressão de sê-lo. Pelo volume de pessoas, de veículos, de comercio. Que ao primeiro tropeço da mineradora, ficaram todos órfãos. A esperança de ser dormitório de Canaã não se realiza, não sabemos se o S11D ira vingar, se vai realmente produzir num cenário de excesso de oferta de minério. O comercio parado, os hotéis vazios, vazias as ruas, avenidas, supermercados, praças. Em breve vazias e desertas as casas e os novos loteamentos, lançados na bolha imobiliária que esta para se romper no pais inteiro.

Enfrentando o primeiro refluxo populacional de sua curta historia, Parauapebas enfrenta desafios que redefinem sua trajetória. E num momento de lideres mortos ou inexistentes, de reduzida capacidade de reação e enfrentamento, sua sociedade dividida e suas associações pesadas e mal acostumadas com o antigo.

É justo neste momento que o executivo e o legislativo se funcionassem, estariam traçando planos e buscando novas matrizes, estudando e propondo a nova arrumação da casa. Mas estamos inertes e estamos em guerra.

E nem temos capacidade de reação. Porque os anos e anos acostumados a esperar pelos repasses do CEFEM nos tornaram acomodados e confiantes demais que a usina atrás do morro sempre nos manteria na ilusão de não termos problemas, que tudo se resolveria. Agora, pegos na surpresa da falta, recrudesce nossas diferenças e  o melhor caminho se torna o do aeroporto ou das estradas. A grande maioria pensa em partir, mas como deixar para trás investimentos do melhor de suas vidas? É uma sociedade tão egoísta e medíocre que ninguém pensa em articular grupos para propor soluções e recomeço.

Nossa matéria Novas Matrizes Econômicas (http://nossosservicos1.blogspot.com.br/2014/08/a-oportunidade-de-propor-uma-nova.html não empolgou, não iniciou nenhuma discussão ou conversa e não temos noticias de ação semelhante.

Assim, vereadores, prefeito e secretários precisariam, se não houvessem estas brutais e praticamente inegociáveis diferenças,  iniciar esta conversa, burilar pensamentos, buscar saídas. Ainda temos a VALE que seguramente, não sei por quanto tempo neste formato, que é de seu interesse participar e propor. Mas com esta disputa de poder, talvez amanha seja tarde. Ou pode ser que nem tenhamos um amanha.