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sábado, 21 de novembro de 2015

As dores de uma cidade traída.

SUBMISSAO
A trágica situação da Câmara de Vereadores de Parauapebas, na sua maioria serviçais e subordinados ao destrambelhado prefeito Valmir da Integral.













As recorrentes saídas e passeios do prefeito de Parauapebas e séquito de vereadores não passa de demonstração publica que tudo vai bem. Mas não vai não. Se a justiça federal  afastar ou mesmo decretar a prisão dele, este controle sobre a câmara não se manterá. Simplesmente porque não acredito que tal poder é total assim. Tem um custo manter um prefeito que cometeu tantos deslizes, fez tantas estripulias, ignorou decisão judicial. Vereadores também são pessoas que estão sob julgamento da opinião publica.
Seria hilário e não fosse trágico. Péssimo sinal para o futuro de Parauapebas. E amanha, se ninguém for punido, quem tomara o poder nesta cidade? Qualquer um?

Os vereadores devem prestar atenção em seus atos. Esta demonstração publica de que estão acompanhando o  prefeito não é saudável para seu futuro politico. Seus eleitores não aprovam a covardia e a submissão. A situação não esta assim, tão sob controle, seria ignorar ou até desfazer do judiciário. Deveriam pensar que até Marcelo Odebrecht esta preso. Que o dono da UTC ficou preso. Que há vários políticos de peso sendo presos e até hoje o tesoureiro do  PT esta preso.


A ostentação de que estão ao lado do prefeito esta na verdade limitando ainda mais seus horizontes politico. Dentro em pouco não servirão para mais nada.

Realmente estamos jogando fora dinheiro publico. Eleitos para fiscalizar, aderem a gastança, se associam ao fiscalizado. Rasgam a lei e invertem a ordem.


Esta submissão do Legislativo, forçada em parte pela submissão do Judiciário local é um grande e grave erro. Há crimes, há investigação, poderiam ao menos esperar para tomarem partido. 

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Apenas um jogo?

CENARIOS VARIAVEIS E
UMA CIDADE PERPLEXA








A matemática vetorial e as analises de sistemas complexos – cálculos aleatórios e sem padrões imediatos absorvem as mentes gulosas de pensadores matemáticos e filósofos. Estamos diante de um puzzle que ainda não o vimos diretamente: As possibilidades de manipulação no quadro dos quinze vereadores hoje legislando em Parauapebas.





Todas as possibilidades de manipulações e mudanças de ultima hora estão em aberto e favorecem tremendamente a manutenção de Valmir da Integral no poder. Não temos segurança legislativa hoje. Qualquer dos vereadores afastados pode retornar. Os empossados não podem contar com cem por cento de segurança em suas ações, nomeações e permanência. E tem o tempo.

Estamos todos ainda mais nas mãos do  judiciário. O que podemos fazer? Apelar para as forças dinâmicas da natureza...humana!

O único remédio é a definição do destino dos afastados. Isto ninguém sabe quando se dará. Pode demorar, pode ser rápido.

Enquanto isto temos o orçamento 2016, temos os cortes no SAAEP, na máquinas como o todo, temos o ano eleitoral, os arranjos partidários, temos o destino da mina de ferro de Carajás, a situação precária da saúde, as mentiras do governo, as atrações da oposição e tudo o mais.

Os novos vereadores por suas falas iniciais parecem ajuizados e suficientemente maduros para não se arriscarem pelos chamado$ do governo. São moradores locais e estão vivendo o desatino e as loucuras do grupo no poder. Não seriam malucos ou mais irresponsáveis que o Braz, o Maride e o Zacarias. Estes se personificam como postos ou arreios, senão pelegos de uma ditadura local, fascista e comprometida consigo mesma.

A sociedade esta se posicionando. Parauapebas deixa o dormitório de lado e se procura. Onde perdemos o moral e a dignidade para nos transformarmos neste grupo de palhaços sem destino? Porque nos entregamos a gente pior, a suportar  uma fama cada dia mais consistente de paraíso impune da corrupção?


As memorias de Odilon, Devanir, Josineto, Luzinete, Major, Juliana, Valdemar da Pavinorte, Shirlean e tantos outros, já punidos, presos ou afastados unicamente por terem servidos Valmir da Integral, por terem confiado nele e por ele feito ‘negócios’ que sirva de lição e aviso.


Acorda povo!