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quarta-feira, 15 de julho de 2020

Parauapebas autoriza o retorno de eventos religiosos e da educação infantil na rede particular de ensino

Em decreto publicado nesta quarta-feira (15), o município apresenta uma série de exigências para o retorno das atividades presenciais de escolas e igrejas





A Prefeitura de Parauapebas publicou, nesta quarta-feira (15), o Decreto Nº 753, assinado no dia anterior pelo prefeito Darci Lermen, que dispõe sobre medidas temporárias de distanciamento controlado, visando a prevenção e o enfrentamento à pandemia da Covid-19 no município, e libera o retorno das escolas particulares de educação infantil e creches, assim como cultos, missas e eventos religiosos. O documento altera o Decreto N° 555, de 1º de junho.

A liberação está autorizada a partir desta quarta-feira, no entanto, o decreto define uma série de exigências para que os estabelecimentos voltem a funcionar. No caso das escolas e creches, o documento estipula que as unidades de ensino podem retornar às suas atividades, desde que atendam a várias determinações.

Entre elas, estão a realização de triagem na entrada da escola, com aferição de temperatura, uso de tapetes com solução higienizadora para limpeza dos calçados e higienização das mãos com álcool em gel. Além disso, não devem ser permitidas atividades em grupo e saídas das salas nos intervalos – salvo a possibilidade de saídas coletivas com revezamento de horários para a alimentação; nem a presença de pessoas que não estejam realizando atividades curriculares ou sejam colaboradoras da escola. 

Faz-se necessária a sinalização no piso, com rotas dentro das escolas, para orientar os alunos no distanciamento entre si, e ainda, o estabelecimento de horários alternados para a entrada e saída das turmas.

Deverá ser proibido o uso de brinquedos coletivos e disponibilizadas mídias promovendo rotinas de higienização para os alunos e funcionários, além da divulgação de campanhas publicitárias sobre a prevenção à Covid-19 no ambiente escolar. Finalmente, as escolas deverão disponibilizar ambiente para o isolamento imediato de aluno com sintomas característicos da doença antes do encaminhamento para casa, condicionando o seu retorno à apresentação de laudo médico.

Quanto aos cultos, missas e outros eventos religiosos, também estão autorizados desde que sejam cumpridas certas determinações: o público deve corresponder a até 50% da capacidade total do local, sendo respeitada a distância mínima de 1,5 metro entre as pessoas. O uso de máscara é obrigatório, assim como o fornecimento de alternativas de higienização aos participantes, como água e sabão ou álcool em gel 70%.

Em relação às escolas infantis e creches, o decreto ressalta que foi levada em “consideração à necessidade premente de retomada da economia local, pleno emprego e bem-estar social cumulado com o direito fundamental à saúde, à luz dos postulados da razoabilidade e proporcionalidade, todos com base constitucional; e considerando a necessidade da retomada gradual e progressiva das atividades econômicas locais, bem como a possibilidade de restabelecimento das regras de limitação no caso conforme as circunstâncias sanitárias e de saúde locais o exijam”.

O documento frisa ainda que foi considerado “o pleito dos mantenedores das escolas particulares de Parauapebas e a necessidade de manter as crianças acolhidas para que os pais possam retornar ao trabalho”. O município reforça que a decisão foi tomada balizada pelos “indicadores atuais e o panorama das ações de saúde, inclusive com o aumento da capacidade de atendimento do sistema de saúde do município de Parauapebas”.

Está mantida, no entanto, a proibição de aula ou atividades presenciais às demais unidades de ensino da rede privada do município, salvo, além da educação infantil, cursos técnicos, profissionalizantes, livres e de idiomas em salas de aula.

O Comitê Técnico-Científico do Município, que trata das medidas preventivas à Covid-19, também deu parecer favorável ao pleito da Associação dos Mantenedores das Escolas Particulares de Parauapebas (AMEPP), para o retorno das atividades escolares e cursinhos pré-vestibulares, bem como faculdades no município para o início de agosto, caso a epidemia mantenha-se sob controle, do ponto de vista de pressão sobre o sistema de saúde.

Segundo o parecer do Comitê, o retorno gradual das atividades econômicas, educacionais e sociais no município se faz necessário para que não se tenha uma eventual segunda onda de infectados que possa levar o sistema de saúde tanto público como privado ao colapso, com o consequente risco de pessoas com doenças graves não receberem a devida assistência.

“Nesse sentido, a retomada de tais atividades gradualmente, nos permite, após dia avaliar a evolução da epidemia no município (aumento do número de casos, taxa de ocupação dos leitos dos hospitais etc.), o que por sua vez nos dá segurança, avançar para uma próxima etapa da flexibilização do isolamento social,” diz o parecer, que apresentou ainda gráficos da evolução e taxa de ocupação dos leitos hospitalares na cidade.Segundo o documento, a taxa de ocupação dos leitos do Hospital Geral de Parauapebas (HGP) segue abaixo de 70% na maior parte do tempo, desde o início da flexibilização do isolamento social. (Tina Santos)


Noticia: ze dudu

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Gestão e planejamento, porque Parauapebas não avança


COMO A PREFEITURA ATRASA O DESENVOLVIMENTO
DE PARAUAPEBAS
DAM - SEMA MUNICIPAL - VIGILANCIA SANITÁRIA - DEPARTAMENTO DE TERRAS – CORPO DE BOMBEIROS
Esses órgãos existem ou são meramente ficção?







Experimente empreender em Parauapebas. Experimente estabelecer-se como processadora de açaí, escritório de serviços, microempreendedor individual, marcenaria ou outra atividade que dependa do órgão controlador municipal. Você vai encontrar tantas portas fechadas e tamanha desorganização e falta de conhecimento básico no atendimento que, se não desistir, vai aguardar um tempo maior do que muitos negócios não dispõe.

É uma cidade de merda, um retrocesso do potencial do capital e da capacidade de empreender como elemento transformador de um aglomerado, seja vilarejo, vila, cidade, estado ou pais.

Me pergunto como os vereadores, muitos dos quais representando negócios em Parauapebas nada fazem e parecem nem perceber o quanto a própria prefeitura está travando e criando enormes e quase intransponíveis barreiras ao negócio e desenvolvimento da cidade.

Uma das piores iniciativas foi essa prefeitura fechar os empregos do SINE para si. Erro grasso porque se der liberdade para a iniciativa privada os custos serão menores e o desgaste inexistente. Ao tomar parte da execução de contratação de mão de obra a prefeitura assume um poder que desemboca sempre em corrupção e em seletividade – contrate os meus, o que é errado.

Estranhamente nessas férias todos os órgãos fecharam suas portas por mais de quinze dias. Todos os negócios que dependiam de atendimento público foram suspensos aguardando o fim das férias de verão dos funcionários da prefeitura. E numa cidade como Parauapebas, que luta para sair da dependência do minério de ferro...


VIGILÂNCIA SANITÁRIA
Existe? Talvez para os pequenos, os ainda pobres sim. Falamos porque apartir do protocolo de qualquer iniciativa são pedidos de 10 a 15 dias para se iniciar o procedimento. Incrível não? Para duvidar basta irem ao Supermercado Mateus, açougue e sentir o fedor, o tremendo mau cheiro oriundo de carnes podres que ali recendem. Essa inoperância da vigilância sanitária permite a venda de hortigranjeiros que não cozinham, linguiça de porco feita com carne de vaca e corantes e toda porcaria que se quer vender na cidade. É uma lentidão impressionante e irresponsável para com a saúde da população, aumentando ainda mais a pressão sobre uma Secretaria de Saúde praticamente inexistente.

SEMA MUNICIPAL
Esse órgão é autoritário, não compreende as normas e tem as taxas mais abusivas e as piores exigências.  Deveria ser criado um setor de acompanhamento ambiental na câmara municipal ou algo que repense o modelo determinado por e para essa secretaria.

DAM
Esse é o órgão mais infernalmente burocrático e sem sentido da administração. Céus, quanta dificuldade, idas e vindas, detalhes inúteis, perda de tempo, de resultado, mentiras, ignorância perpetrados pelos estagiários ali alocados. Até parece a junta comercial local. O descaso municipal com as empresas que querem se legalizar demonstram o atraso geral de gestões e gestões que apenas se estabeleceram para criar dificuldades para os empreendedores locais. O gestor, Sr. Anizio esforça, quer coisas positivas mas não tem pessoal ou suporte.

CORPO DE BOMBEIROS
Sem as devidas competências para debelar um incêndio sequer, se torna o órgão com real poder de controle para a abertura de novos negócios. Sem pagar sua taxa arbitraria e ilegal, cujos calculo e valor para cada atividade é um mistério, sem quaisquer condições de real atendimento imparcial, obrigando as empresas a levarem tudo pronto, você não consegue ter uma licença em mãos. E isso tudo exclusivamente no tempo deles.

TERRAS
Não entendemos, como não pode ser parte do DAM esse órgão. As idas e vindas chegam a serem abusivas, lamentáveis.

Estamos há trinta anos estudando a cidade. Não adianta, não há crescimento, desenvolvimento, as cabeças são as mesmas. Ninguém percebe que o tremendo potencial da urbe está travado por homens de pouca visão.

Precisamos modernizar a legislação municipal, estudar os setores e estabelecer um projeto sério de automação fiscal e desenvolvimento. Deixar nossas convicções para trás, que apenas nos tornam menores. É uma merda uma cidade que precisa se desenvolver continuar a ser tratada assim, como um vilarejo pobre, distante. 

Não, somos a capital do minério de ferro e não ganhamos nada com isso!

Por onde andam os pensadores, os legisladores, os executivos? Na preocupação provinciana de grupelhos fechados e excludentes não conseguem olhar além. Ficamos na miséria das relações e das possibilidades.




domingo, 9 de junho de 2019

Parauapebas, urbe à beira do colapso, apesar dos bilhões


Enquanto há bilhões anuais...
Representantes e “autoridades” amolecidas pelo pó do minério$!















O que acontece quando esse todos fazem sua permissão para o absurdo?  O inchaço da planta urbana, os crimes cotidianos, o silencio de todos são as permissões para se fazer o que se quer:  todos os órgãos reguladores estão sob controle, é o que se percebe. 

 
E não adianta denúncias. É o que parece quanto temos notícias que o famoso Tommy foi proibido, há meses atrás, pela justiça paraense de não poder aproximar 300 metros da portaria da poderosa VALE.

A mesma VALE que matou mais de trezentas pessoas na implosão de duas barragens praticamente urbanas em Mariana e Brumadinho e que, por suas práticas irresponsáveis e com a conivência das autoridades municipais das cidades onde abrigam suas absurdas plantas minerais, faz o que quer para garantir polpudos lucros e distribuir gordos dividendos a seus financiadores capitalistas.


Em Parauapebas a Vale colocou trilhos dentro da cidade e como se não bastasse a tragédia cotidiana da poluição ambiental, colocou linhas de alta transmissão por toda a planta urbana, impunemente. Aliás, com as devidas autorizações e seguindo regras ambientais, que esquecem totalmente que as regras ambientais são para proteger as pessoas, a principal razão de existência desse mundo.

É com especial preocupação que vejo esse silencio dessas “autoridades municipais” em relação às mesmas demandas por atendimento médico humano, segurança, educação, segurança alimentar, emprego e renda. Causas que em Parauapebas se transformaram em desassossego de centenas de milhares de famílias. 

Darci ganhou as eleições prometendo chance, oportunidade. Diferentemente do governo central que ganhou sem prometer nada, Darci deve a população, ao menos a população sem emprego e sem nada, explicações. Ao menos esforços para mitigar a tragédia de não ter o que comer. Precisa propor transformações reais e imediatas à matriz econômica da cidade. 


Precisar compor com a Vale e empresários de sucesso, parceria de gestão para melhor gastar os repasses bilionários que a cidade recebe a cada ano e não sai do lugar.

Não ter o que comer sob a sombra de 7 bilhões de dólares em exportações é mais que doloroso, é humilhação. E numa cidade em que a solidariedade é uma história bonita e hilária quase, todos estão lutando para ter a próxima refeição...

O desemprego só aumenta e vai aumentar, um governo paralisado que tem apenas medidas paliativas quanto a geração de emprego e renda, definitivamente não tem como ajudar.

Justamente por isso é que, enquanto se tem força, tem-se que apartir para o enfrentamento!



domingo, 14 de outubro de 2018

Uma campanha de média duração iguala oportunidades



CAMPANHAS PARA PREFEITO
VENDE-SE!



 





Melhor dar continuidade agora, esses votos obtidos se não trabalhados continuamente, vão migrar para o melhor discurso. Ou para quem oferecer mais.
Novamente vemos a mesma luta, a enorme quantidade de votos e os pífios resultados para nossa comunidade: ninguém eleito ou suplente e mais de cinquenta mil votos indo para outros candidatos que acertam melhor do que os nossos, no contato com os eleitores daqui. 



Mas Valmir da Integral se consolida como grande liderança local, tendo quase a totalidade de seus voto obtidos localmente. Sai na frente na corrida para prefeito em 2020, tendo como principal garoto propaganda o prefeito atual, Darci Lermen, que lhe devolve o favor graças a uma gestão atabalhoada e incompetente frente aos recursos de que dispõe e uma péssima agenda política. Veremos na próxima eleição, a troca de comando inversa, naquele momento Darci saindo a favor de Valmir. Ambos tendo a sombra desconfortável de dois formidáveis oponentes, Chamonzinho e Joelma Leite.

E finalmente temos alguém com a cidade a seus pés: Chamonzinho. Soube utilizar os fartos recursos de que dispõe, uma equipe afinada e planos ambiciosos aliado a planejamento futuro, qualidades essenciais da chamada nova política que nossos velhos políticos não tem e estão dispostos a não aprender. 


O que lamentamos, tentamos há séculos inovar e não vai, aliás não vai mesmo.

Os mesmos discursos, a mesma e antiga vocação para a mentira pura e simples, o desbunde e esnobe gesto de se fechar em grupinhos de compadres, de tenras fofoquinhas e a desordem de dados, capacidade de análise, logística e extrema dependência dos chefes em Belem. Ouvi que as pesquisas não valiam porque as pessoas haviam combinado entre si a não reconhecerem os políticos e essa pérola numa reunião com lideranças comprometidas com o candidato.

Não guardam para as campanhas, não buscam recursos e não tem capacidade de gerar confiança para investimento futuro. Não vai. Uma classe política desunida e cabe aqui, invejosa. Era realmente necessário que um mesmo partido lançasse dois candidatos disputando o mesmo cargo e no mesmo colégio eleitoral? 

Como pode uma “agremiação política” entender que há votos para todos? Não, não há votos para todos, senão ninguém é eleito. É preciso estratégia na composição dos candidatos e foco, as redes sociais não fazem milagres.



E precisa ter recursos para se fazer campanha, não adianta porque as massas votam por obrigação e não mais por empatia: os políticos de hoje fogem das massas, escondem e quando aparecem é para mentir, prometer, esperar das massas que os elegem entregando um cheque em branco, que façam sacrifícios e não peçam nada. No clientelismo político é assim e pronto. 

Nesses eleições vi políticos sendo enterrados, ainda bem, diga-se de passagem, apesar de estarem usando as máscaras de sempre. E vi novos políticos e possibilidades nasceram.

Não precisa enganar a todos ou imaginar que, à exceção do Gesmar e Chico das Cortinas, todos estavam fazendo ensaio eleitoral para prefeito, usando nossos recursos e nos fazendo de bestas. Ou de onde Marcelo Parceirinho, Francisca Ciza, Valmir da Integral, Joelma Leite, Fabio Sacramento e outros tiraram que teriam votos suficientes, trabalhando “sem dinheiro”, fazendo promessas e buscando resultado apenas em Parauapebas, colégio eleitoral exportador de votos para todo o estado? Estavam na verdade medindo forças ou com a gestão ou com o pleito de 2020. 

E ninguém se deu tão bem quanto Joelma Leite e Miquinha. Saem dessa campanha maiores, consolidados como lideranças de massa. Joelma pode ser a primeira vereadora a ser eleita prefeita, algo inédito em Parauapebas. 

E D. Leonice, com mais de seis mil votos numa campanha sem dinheiro mas que prevaleceu a luta e a imagem da pessoa humana especial que habita aquele corpo. Lições, lições. Seu companheiro de partido também teve expressiva votação em si tratando sempre como ensaio para prefeito e nunca como candidatos reais a cargos externos, não são tão burros assim.

Percebemos cada vez mais meros candidatos se portarem como estrelas de rock, dispensando reuniões e conversas ao vivo, esquecendo que redes sociais ainda não ganham eleições. Não da forma burra e imediata como estão usando é potencial redutor de custos de campanha.




E que nossa empresa está recebendo propostas para estratégias de inserção de imagem, planejamento político e logística de campanha para 2020. As campanhas precisam começar em tempo suficiente para consolidar imagens e ações, independentemente de qualquer estratégia. Nossos preços são imbatíveis.