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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Teremos representação em 2018?



PONTO DE CONVERGENCIA












 


APROXIMA 2018 e suas eleições definitivas para o sul/sudeste do Pará. Conforme Claudio Almeida não temos mais representação na corte de Belém, estamos jogados às moscas e falta voz as demandas cada dia mais urgentes da região, tais como educação, saúde, infraestrutura, limitação da mineração, limites ambientais e crescimento econômico.

Com um estado de dimensões continentais e com fraca habitação, o Para precisa ser retalhado para ser governado. É dentro dessa linha que devemos estipular os caminhos para as eleições vindouras. E é o momento. Com o pais esfacelado pela Lava Jato, os eleitores totalmente descrentes dos políticos de plantão, a classe política tem todo um discurso de renovação e novas alianças para ser feito. Precisamos aproveitar a oportunidade.

PACTO PELO SUL DO PARÁ
A necessidade e exigência de eleição do Helder Barbalho oportuniza um aprofundamento do discurso de separação do estado do Carajás. Oportuniza o pacto ela garantia de eleição do número de candidatos que podemos eleger e nos ajudar mais na frente ou na questão do estado do Carajás ou na peleja por mais verba e atenção para o sul do estado. Não podemos ficar como estamos, até agora elegendo deputados do Pará inteiro, menos daqui. Nunca tivemos tão pouca representação como nos últimos oito anos.

A classe política precisa deixar as urgências pessoais de lado e sentarem para estabelecer regras mínimas perante o pleito próximo. Os partidos e potenciais candidatos precisam determinar limites de um acordo mínimo e estipular garantias. Precisamos iniciar uma conversa séria e produtiva, talvez com a liderança de Helder, Jatene ou outro político de confiança dos seus pares, localmente. Um pacto mínimo que nos leve a ter a representação que podemos ter em Belém nos próximos quatro anos. Um tempo que poderíamos reescrever a história da nossa região.

Um projeto político, econômico e social mínimos, a partir dos quais, os partidos e candidatos tivessem um discurso próximo e assim, potencializarem condições para estabelecermos um poderio político regional e pleitearmos melhor representatividade em Belém e Brasília, porque estamos claramente sub representados nas duas capitais.

Teriam nossa classe política tamanha grandeza e abnegação, em prol do estado, sua riqueza, importância crescente nos cenários nacional e internacional e sua população, cada dia em piores condições no que condiz com os elementos de gestão citados no início desse?

É o momento de iniciarem as conversas, se não já passou do momento. Temos esperança e precisamos que se costure um pacto pelo sul\sudeste do Pará. Veremos em breve!

sábado, 3 de setembro de 2011

OS VEREADORES TAMBEM SÃO CULPADOS



Estamos esperando a publicação do resultado da CPI instalada antes das férias. A sociedade, já sem a quem recorrer, não tem mais esperança de solução para os problemas de Parauapebas. Acredite, estão sendo covardes com tanto que a população oferece aos senhores.

E como cidadãos, pessoas religiosas, pais de família, lideres comunitários, como explicam tanto silencio? Vocês realmente acreditam que sairão impunes desta situação? A história esta marcando vocês, nem todos acreditam que estão corretos, agindo assim.
Ações efetivas para a governabilidade, para a transformação da sociedade de Parauapebas, nos aspectos social e humano.
As casas populares, o Estamos esperando a publicação do resultado da CPI instalada antes das férias. A sociedade, já sem a quem recorrer, não tem mais esperança de solução para os problemas de Parauapebas. Acredite, estão sendo covardes com tanto que a população oferece aos senhores.
E como cidadãos, pessoas religiosas, pais de família, lideres comunitários, como explicam tanto silencio? Vocês realmente acreditam que sairão impunes desta situação? A história esta marcando vocês, nem todos acreditam que estão corretos, agindo assim.
Ações efetivas para a governabilidade, para a transformação da sociedade de Parauapebas, nos aspectos social e humano.
As casas populares, o hospital municipal, as ruas e avenidas, as escolas, a CPI, a relação com VALE, às prestações de contas da Câmara e da Prefeitura. Seu imposto de renda e as compras do seu gabinete. A hemodiálise e as mortes que aqui ocorrem por falta de assistência e tempo. Senhores vereadores, nunca esqueçam que vocês votam todos os anos, o orçamento municipal. Nunca esqueçam que, para suas fantasias, nunca falta dinheiro. Ajustarão um dia suas contas com o Divino.

E com a sociedade., as ruas e avenidas, as escolas, a CPI, a relação com VALE, às prestações de contas da Câmara e da Prefeitura. Seu imposto de renda e as compras do seu gabinete. A hemodiálise e as mortes que aqui ocorrem por falta de assistência e tempo. Senhores vereadores, nunca esqueçam que vocês votam todos os anos, o orçamento municipal. Nunca esqueçam que, para suas fantasias, nunca falta dinheiro. Ajustarão um dia suas contas com o Divino. E com a sociedade.



Vim de longe, vou mais longe
Quem tem fé vai me esperar
Escrevendo numa conta
Pra junto à gente cobrar
No dia que já vem vindo
Que esse mundo vai virar
Noite e dia vêm de longe
Branco e preto a trabalhar
E o dono senhor de tudo
Sentado, mandando dar.
E a gente fazendo conta
Pro dia que vai chegar
Marinheiro, marinheiro
Quero ver você no mar
Eu também sou marinheiro
Eu também sei governar.
Madeira de dar em doido
Vai descer até quebrar
É a volta do cipó de arueira
No lombo de quem mandou dar


publicação e revisão
Gilberlan
Gerente de Comunicação