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quarta-feira, 24 de abril de 2019

Baleia jubarte achada no Pará


Algumas teorias sobre a baleia jubarte achada morta no meio da mata no Pará
Para pesquisadores, fenômeno é intrigante, mas compreensível.
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Cientistas estão intrigados com a descoberta de uma baleia jubarte morta na floresta amazônica, a cerca de 15 metros da praia.
O filhote foi encontrado sexta-feira na mata da Ilha de Marajó, no Pará depois de relatos de que urubus estavam comendo a carcaça. O animal foi fotografado e examinado pela ONG Instituto Bicho D'água de vida selvagem e pela Secretaria Municipal de Saúde, Saneamento e Meio Ambiente (SEMMA)
Com aproximadamente um ano de idade, a baleia já tinha oito metros da cabeça até o rabo, segundo uma postagem no Instagram da Bicho D'água. Uma jubarte adulta pode ter até o dobro desse tamanho.
A equipe não sabe exatamente como a baleia acabou no meio da mata, mas possui teorias.
“Acreditamos que o filhote podia estar viajando sem a mãe e provavelmente se perdeu durante o ciclo migratório”, disse Renata Emin, especialista em mamíferos marinhos da Bicho D'água, ao site local O Liberal.
“Não temos certeza como ela acabou aqui, mas achamos que a criatura estava flutuando perto da costa e a maré, que tem sido consideravelmente alta nos últimos dias, a pegou e jogou para a terra pelo mangue”, ela disse.
Emin acrescentou que avistamentos de jubartes no norte do Brasil são incomuns nesta época do ano. As jubartes do Hemisfério Sul tendem a passar os meses de verão se alimentando em águas polares mais quentes.
A equipe coletou amostras da baleia para determinar o que causou a morte. A autópsia vai levar cerca de dez dias, segundo a Newsweek. Apesar de a carcaça ser grande demais para ser removida, os pesquisadores planejam eventualmente extrair seu esqueleto para estudo no Museu Paraense Emílio Goeldi, um museu de história natural na cidade de Belém, segundo o Independent.
Por mais estranho que pareça uma baleia acabar na floresta amazônica, esse não é um caso sem precedentes. Em novembro de 2007, uma baleia minke encalhou nos bancos de areia do Amazonas a cerca de 1.600 quilômetros do Oceano Atlântico. A equipe de resgate local conseguiu libertar a baleia, mas ela foi encontrada morta alguns dias depois.
Enquanto o Rio Amazonas aparentemente está se tornando uma armadilha mortal para baleias, ele é o lar de muitos mamíferos marinhos, como golfinhos e peixes-boi.
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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Teremos representação em 2018?



PONTO DE CONVERGENCIA












 


APROXIMA 2018 e suas eleições definitivas para o sul/sudeste do Pará. Conforme Claudio Almeida não temos mais representação na corte de Belém, estamos jogados às moscas e falta voz as demandas cada dia mais urgentes da região, tais como educação, saúde, infraestrutura, limitação da mineração, limites ambientais e crescimento econômico.

Com um estado de dimensões continentais e com fraca habitação, o Para precisa ser retalhado para ser governado. É dentro dessa linha que devemos estipular os caminhos para as eleições vindouras. E é o momento. Com o pais esfacelado pela Lava Jato, os eleitores totalmente descrentes dos políticos de plantão, a classe política tem todo um discurso de renovação e novas alianças para ser feito. Precisamos aproveitar a oportunidade.

PACTO PELO SUL DO PARÁ
A necessidade e exigência de eleição do Helder Barbalho oportuniza um aprofundamento do discurso de separação do estado do Carajás. Oportuniza o pacto ela garantia de eleição do número de candidatos que podemos eleger e nos ajudar mais na frente ou na questão do estado do Carajás ou na peleja por mais verba e atenção para o sul do estado. Não podemos ficar como estamos, até agora elegendo deputados do Pará inteiro, menos daqui. Nunca tivemos tão pouca representação como nos últimos oito anos.

A classe política precisa deixar as urgências pessoais de lado e sentarem para estabelecer regras mínimas perante o pleito próximo. Os partidos e potenciais candidatos precisam determinar limites de um acordo mínimo e estipular garantias. Precisamos iniciar uma conversa séria e produtiva, talvez com a liderança de Helder, Jatene ou outro político de confiança dos seus pares, localmente. Um pacto mínimo que nos leve a ter a representação que podemos ter em Belém nos próximos quatro anos. Um tempo que poderíamos reescrever a história da nossa região.

Um projeto político, econômico e social mínimos, a partir dos quais, os partidos e candidatos tivessem um discurso próximo e assim, potencializarem condições para estabelecermos um poderio político regional e pleitearmos melhor representatividade em Belém e Brasília, porque estamos claramente sub representados nas duas capitais.

Teriam nossa classe política tamanha grandeza e abnegação, em prol do estado, sua riqueza, importância crescente nos cenários nacional e internacional e sua população, cada dia em piores condições no que condiz com os elementos de gestão citados no início desse?

É o momento de iniciarem as conversas, se não já passou do momento. Temos esperança e precisamos que se costure um pacto pelo sul\sudeste do Pará. Veremos em breve!