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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Lá não é aqui



GOLPE








Os acontecimentos de Brasília que afetam a democracia em todo o mundo deve ser lição para os governantes de Parauapebas. Por muito menos que Valmir da Integral permitiu aqui, Dilma eleita nacionalmente por maioria dos brasileiros será destituída domingo, dia de show global. 

Trata-se de uma tragédia anunciada, com direito a patrocínios especiais. Esta tragédia chamada judicialização da sociedade vem expor os próximos passos da trágica historia nacional : guerra civil. Divididos, separados por séculos de miséria e abastança, a sociedade brasileira viu no PT de Lula e Dilma uma possível redenção.

Ocorre que foram além das permissões da casa grande. A sociedade avançou: bolsa família, as crianças sumiram das ruas e pararam de comer lixo, bolsa educação, negros e pobres mostrando seu potencial nas universidades das elites brancas e egoístas, PF e MP com liberdade de ação, pobres nos shoppings e aeroportos...

Fomos longe demais, é hora de recolher. Os estúpidos de plantão, apartados do poder e que apoiam esta loucura marcada para acontecer domingo – por pura coincidência dia da morte do Tancredo Neves, do Airton Sena, da derrota de 7 a 1 para a Alemanha. 

Domingo, dia em que nossos entes queridos morrem, não percam isto de vista. Crônica de uma morte anunciada.

Perde a América latina, perde a sociedade humana, perde a possibilidade de termos uma separação ordenada e consistente dos três poderes como o proposto na efervescência da revolução francesa pelo sábio Rousseau. 

Ela não praticou crimes de responsabilidade, não ameaçou a lei e a ordem.

E nem sinto quanto deles são bandidos e indiciados, sob investigação, os algozes.

Valmir da Integral é o principal beneficiário dessa tragédia. Tripudiou, cometeu crimes, permitiu formação de quadrilhas e tomou decisões que praticamente destruiu o sonho Parauapebas. Com mais de seiscentos milhões de reais perdidos nas suas contas fajutas, sequer obedeceu a justiça local quando esta mandou afastar sua filha em claro crime de nepotismo. Deu a ela mais poder, riu da cara dos juízes local, subjugando-os. 

Dominado o judiciário local, partiu para Belém, onde impôs seu jogo, determinando uma politica rasteira, imoral e criminosa. Tem mais poder que a presidenta, que será destituída.

Com a insegurança jurídica estabelecida, vamos cobrar o que e de quem? O mal  exemplo vem de Brasília, sempre veio de lá. Permissões para uma nação de bandidos e criminosos, claramente dividida entre algozes e oprimidos.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Teremos uma luz no túnel?

PARAUAPEBAS AINDA SITIADA.

Uma cidade em que recorrentes denuncias, investigações, prisões, mortes e outras calamidades ocorrem e nada acontece. É o retrato da imoralidades e descaso de 500 anos de historia desse país. Lamentável.











Não se precisa esperar grandes transformações. Com os vereadores submissos e sob controle, todas as vontades do velho caudilho se firmarão.  Não há resistência. Existe sim um certo desconforto pelo fato de toda a sociedade compreender que ainda não há mudanças no Brasil. Os acontecimentos local sistematizam os acontecimentos de Brasília: uma perseguição orquestrada contra Lula, Dilma e sua turma. Estranho que, todos os envolvidos e toda sua base de apoio foram dizimadas pela Operação Lava Jato. Estão presos ou sob desgraça. Suas empresas com problemas e muita gente arrependida de ter apoiado o  PT nesta ou naquela situação.

As reações do judiciário local e das ordens de Belém mandaram para sob o tapete tudo que a moralidade administrativa e o bom senso com o dinheiro público são capazes de realizar, uma melhoria na qualidade de vida de todos. A corrupção esta preocupadamente vencedora. Corremos o risco – sob a falta de reação da sociedade – de termos continuidade desta forma tenebrosa de gestão que fez de Parauapebas uma cidade doente e imobilizada, quase anestesiada.

Vimos com crescente preocupação todos os aumentos de preços, principalmente aqueles que são utilizados pelas massas diariamente, serem colocados na calada da noite. Ônibus, metro, barcas, taxis. Todos empurrados durante os festejos de fim de ano. Como acontecia nos tempos da alta inflação.  Estes aumentos nos dão o tom desse ano e a apartir dele. Estamos voltando no tempo. Há um retrocesso em curso e para pior.


Aqui em Parauapebas temos este desafio de parar definitivamente a liberdade que esta gestão tem de submeter interesses, destruir regras e impor seu jogo.